Você vai mergulhar no passado sombrio de Edimburgo neste tour guiado por fantasmas na Old Town e no cemitério Greyfriars, e depois descer nas vaults subterrâneas exclusivas, acessíveis só com o grupo. Ouça histórias arrepiantes — algumas engraçadas, outras inquietantes — e veja a vida cotidiana lá em cima enquanto está escondido lá embaixo. Cada detalhe fica na memória muito depois do passeio.
Sim, crianças acima de cinco anos podem participar acompanhadas por um adulto.
Sim, a entrada exclusiva nas vaults subterrâneas está incluída.
O guia conduz o tour em espanhol.
O passeio inclui caminhada guiada pela Old Town e pelo cemitério Greyfriars; é recomendado ter preparo físico moderado.
O tour é aberto para adultos com até 100 anos.
Não, o transporte do hotel não está incluído nesta experiência.
Seu passeio inclui caminhada guiada pela Old Town e pelo cemitério Greyfriars com histórias em espanhol, além de entrada exclusiva nas vaults subterrâneas da cidade — só não esqueça de trazer sapatos confortáveis e um pouco de coragem antes de voltar para a superfície.
Começamos a explorar a Old Town de Edimburgo justo quando as luzes das ruas começaram a acender — parecia que a cidade estava prendendo a respiração. Nossa guia, Marta, tinha o dom de parar exatamente no lugar certo, fazendo a gente ouvir risadas distantes de um pub próximo ou o silêncio súbito quando ela começava a contar histórias sobre bruxas. Lembro do meu sapato tropeçando nas pedras irregulares e pensando em quantas pessoas já passaram por ali antes de nós, talvez algumas nunca tenham realmente partido. O ar tinha cheiro de chuva e pedra antiga — meio metálico, na real.
Depois, fomos ao cemitério Greyfriars. Não é famoso só por causa do Harry Potter (apesar de você ver gente procurando nomes), mas porque tem uma energia própria, quase viva. Marta mostrou uma sepultura coberta de moedas e pequenos objetos — era de um cachorro fiel, o que me deixou meio emocionado. Não esperava por isso. As crianças do grupo cochichavam sobre fantasmas; até um pai ficou nervoso quando Marta contou o que supostamente aconteceu bem ali onde estávamos.
O ponto alto foi descer para as vaults subterrâneas. Tem aquele momento em que os olhos precisam se acostumar — lá embaixo é úmido e mais frio, as paredes ásperas ao toque se precisar se apoiar (eu precisei). Dá para olhar por uma janela estranha e ver pessoas andando lá em cima, sem ideia de que estamos debaixo dos pés delas ouvindo histórias de tortura e assombrações. Em um momento, Marta brincou que os fantasmas escoceses ficam mais rabugentos se você pronunciar errado os nomes — ela riu quando tentei falar “MacKenzie” com meu sotaque. Até hoje lembro do silêncio que ficou depois da última história lá embaixo; ficou comigo mais do que imaginei.
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