Você vai ver Quito de cima no Panecillo, passear por praças e igrejas centenárias, provar chocolate local na La Ronda e ouvir histórias reais de um guia da região. Esse tour privado mostra tanto os pontos principais quanto aqueles detalhes que você não encontraria sozinho.
Sim! O ritmo é tranquilo e há transporte entre os principais pontos. Tem caminhada em paralelepípedo, mas nada cansativo.
O ideal é usar roupas em camadas — o clima de Quito muda rápido. Leve uma jaqueta leve ou suéter e calçado confortável para andar.
A entrada na Basílica está inclusa. Outras igrejas podem cobrar uma pequena taxa ou sugerir doações para visitar áreas mais internas.
Com certeza! Em cada parada há tempo para fotos e comprar lembranças — é só avisar o guia se quiser ficar mais tempo em algum lugar.
O tour inclui traslado de ida e volta ao hotel em Quito, entrada na Basílica, transporte privado com guia certificado em inglês ou espanhol e uma degustação de chocolate na La Ronda. Só precisa trazer curiosidade — e talvez um dinheirinho para petiscos ou lembrancinhas pelo caminho.
As nuvens estavam baixas sobre Quito quando começamos o passeio, mas a cidade pulsava vida — buzinas soando, vendedores gritando perto da Plaza Grande. Nosso guia, Andrés, nos esperava no saguão do hotel. Ele tinha um jeito natural de contar histórias misturando fatos, sem parecer aula. A primeira parada foi o El Panecillo. A subida pelas ruas estreitas foi um convite, e de repente a cidade inteira se abriu aos nossos pés. A estátua da Virgem é ainda maior do que nas fotos — os locais dizem que ela protege o centro histórico. Lá de cima, o cheiro de milho assado vindo de uma barraca pequena me conquistou (peguei um, quentinho e salgado). Mesmo com o céu nublado, quem tem sorte consegue ver o vulcão Cotopaxi espiando ao longe.
De volta ao centro histórico, entramos na Basílica del Voto Nacional. Os vitrais espalham luz colorida por todo lado — o interior é mais silencioso do que eu esperava. Andrés mostrou as gárgulas de iguana e tartaruga, um toque equatoriano no estilo gótico. Não subimos nas torres dessa vez, mas se você não tem medo de altura, vale muito a pena pela vista. Caminhar pela Plaza de la Independencia foi como entrar numa pintura: músicos de flauta andina tocando, crianças correndo atrás dos pombos perto do monumento aos heróis da independência. O Palácio do Governo fica ali do lado, com guardas de uniforme azul na entrada.
La Ronda fica a poucos quarteirões, mas parece outro mundo. Ruas de paralelepípedo ladeadas por casas antigas amarelas e azuis. Nas noites de sexta, o lugar ferve com moradores tomando canelazo (bebida quente de canela com aguardente), mas durante o dia é mais tranquilo — dá para ouvir um violão vindo de alguma janela aberta. Paramos para provar chocolate numa lojinha pequena; o dono nos deixou experimentar barras com 70% de cacau feitas ali perto. A Igreja da Companhia de Jesus é toda folheada a ouro por dentro — quase demais para os olhos — e a Igreja de San Francisco tem um ar antigo, cheio de ecos e cheiro de vela. Gostei também da praça Santo Domingo; sempre tem alguém vendendo suco de goiaba fresquinho na esquina.
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