Você vai acompanhar um guia local em um dos melhores pontos de observação de aves do Equador, usando lunetas e binóculos profissionais para ver tucanos, tangarás, papagaios e muito mais. Com ajuda prática para fotos, transporte privado incluso e muitas risadas enquanto aprende os nomes das aves (e talvez os pronuncia errado). A emoção de fotografar seu primeiro tucano selvagem fica para sempre.
A experiência dura cerca de 4 horas.
Sim, o transporte privado está incluso no tour.
Você poderá ver tucanos, tangarás, papagaios, beija-flores e outras espécies.
Sim, são disponibilizados binóculos de qualidade e lunetas potentes para fotografia.
Sim, é indicado para todos os níveis, exceto gestantes.
O guia vai ajudar a localizar as aves e configurar o equipamento para as fotos.
Seu dia inclui transporte privado do hotel ou ponto de encontro, uso de lunetas e binóculos profissionais para observar as aves de perto, além da orientação de um expert local que vai ajudar você a tirar aquelas fotos incríveis antes de voltar após cerca de quatro horas ao ar livre.
Vou ser sincero — quase perdi o primeiro tucano porque estava mexendo no binóculo (que é bem mais pesado do que eu imaginava). Nosso guia, Diego, só sorriu e deu um assobio discreto — não sei se era para mim ou para as aves. De repente, um flash amarelo e preto passou voando bem acima da gente, e ele apontou tão rápido que quase deixei a câmera cair. Foi assim que nosso tour de observação de pássaros no Equador começou: meio desajeitado, mas cheio de emoção.
O ar tinha cheiro de folhas molhadas e algo doce que eu não conseguia identificar. Diego ficava tocando sons de pássaros no celular — uns pareciam brinquedos de borracha, outros, uma flauta submersa. E funcionava; papagaios apareceram em pares, barulhentos e dominantes. Ele me passou a luneta, ajustou para minha altura (sou baixinho) e mostrou como enquadrar a foto. Minhas mãos tremiam, mas consegui um clique decente de um tangará — aquelas cores só parecem reais quando você vê de perto.
Andamos por umas quatro horas, acho? O tempo lá fora parecia diferente. Às vezes parávamos só para ouvir o silêncio, quebrado apenas pelo bater das asas ou o Diego sussurrando os nomes em espanhol. Ele riu quando tentei repetir “colibrí” — pelo jeito, meu sotaque é terrível. Em certo momento começou a garoar, bem leve, só para fazer as folhas brilharem em vez de pingar. Teve momentos em que todo mundo ficou em silêncio, esperando uma ave rara aparecer. Ainda lembro daquela quietude.

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