Você vai sentir o ritmo de Dubai desacelerar ao cruzar as dunas vermelhas de Lahbab em um safari privado ao entardecer — dune bashing com seu guia, tombos no sandboard, passeio de camelo no pôr do sol, café árabe e henna no acampamento, seguido de um banquete de churrasco e cinco shows ao vivo incríveis. O melhor é o quão humano tudo isso parece — às vezes meio desajeitado, sempre acolhedor.
O passeio geralmente vai do fim da tarde até a noite, com traslado incluso de qualquer lugar em Dubai ou Sharjah.
Não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou coração; assentos para bebês estão disponíveis se solicitados.
Você vai curtir dune bashing, sandboard, passeio de camelo, fotos com falcão, pintura de henna, lounge de shisha e fotos com roupas tradicionais.
Sim — o pacote inclui chá, café, refrigerantes à vontade, além de um buffet internacional de churrasco com opções vegetarianas e doces árabes.
Sim — quadriciclo e bebidas alcoólicas estão disponíveis no acampamento por um custo extra.
Você será buscado em um SUV 4x4 particular em qualquer lugar de Dubai ou Sharjah; o retorno também está incluído.
À noite, são cinco shows ao vivo: dança do ventre, dança Tanoura, show de fogo, dança Khaleeji e apresentação de Dabka.
Sua noite inclui traslado privado em SUV 4x4 de qualquer ponto em Dubai ou Sharjah até as Dunas Vermelhas de Lahbab para dune bashing (cerca de 35–40 minutos), diversão no sandboard com paradas para fotos, passeio de camelo ao pôr do sol e sessão de fotos com falcão. No acampamento, chá, café e refrigerantes à vontade, além de doces árabes e frutas; experimente tatuagens de henna ou fotos com roupas tradicionais enquanto relaxa antes do jantar buffet internacional de churrasco (com opções vegetarianas). Cinco shows ao vivo completam sua noite antes do traslado de volta ao hotel ou residência com conforto.
Eu não fazia ideia de como a cidade podia ficar silenciosa até deixarmos ela para trás. Nosso motorista, Khalid, tinha um jeito de apontar coisas pelo caminho — antigas casas de chá, uma mesquita iluminada pelo pôr do sol — como se já tivesse feito isso mil vezes, mas ainda se importasse. A viagem até o deserto de Lahbab foi mais longa do que eu esperava (uns 60 minutos?), mas eu gostei de ver os prédios de vidro sumirem no horizonte plano. Quando chegamos às dunas vermelhas, minha câmera do celular já estava cheia de tons rosados e daquele silêncio estranho que só se sente em lugares abertos assim.
O dune bashing foi... digamos que segurei firme na alça do banco mais de uma vez. Khalid sorria no retrovisor toda vez que escorregávamos de lado. Sandboard parecia fácil até eu tentar — meu pouso foi desajeitado (até hoje meu parceiro não perde a chance de zoar). Perto do acampamento, os camelos esperavam; os olhos deles são enormes de perto. O tratador de falcões deixou a gente segurar a ave para foto — ele falou o nome dela em árabe, mas eu já esqueci, o que agora me parece falta de respeito.
O acampamento tinha cheiro de cardamomo e carvão. Começamos com Gahwa (café árabe) e tâmaras — xícaras pequenas, mas fortes o suficiente para me despertar depois de tanto areia. Artistas de henna pintavam flores rápidas nas mãos enquanto crianças corriam vestidas com kanduras e abayas emprestadas para fotos. A fumaça da shisha flutuava no ar e alguém ria atrás de uma cortina onde as pessoas experimentavam aquelas roupas — nunca descobri o motivo da risada.
O jantar foi um turbilhão de frango grelhado, saladas e doces que grudavam nos dentes. Os shows começaram assim que o crepúsculo chegou: saias rodopiantes da dançarina Tanoura, fogo girando tão perto que dava para sentir o calor passando no rosto. Minha parte favorita? Talvez quando todo mundo bateu palmas junto da dança Dabka, sem saber direito o que fazer. Foi meio bagunçado e verdadeiro — como se a gente tivesse sido convidado para algo local por um instante antes de voltar para as luzes da cidade de Dubai.

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