Você vai chegar pertinho da Grande Pirâmide de Gizé com um egiptólogo particular guiando entre lendas antigas e história real. Prove lanches locais, tire fotos do Panorama Point e fique cara a cara com a Esfinge antes de voltar para o Cairo — provavelmente ainda tirando areia do sapato.
O passeio dura cerca de 4 a 5 horas, incluindo o traslado do hotel.
As entradas estão incluídas na opção tudo incluído; para entrar dentro das pirâmides é preciso comprar um ingresso à parte.
Água engarrafada e lanches estão incluídos para todos durante a visita a Gizé.
O passeio de camelo está disponível se você escolher a opção tudo incluído no momento da reserva.
O almoço é oferecido na opção tudo incluído; caso contrário, não está incluído.
Um egiptólogo licenciado acompanha seu grupo privado durante todo o passeio.
Sim, o traslado de ida e volta do hotel no Cairo está incluso para sua comodidade.
Use calçados confortáveis para caminhar e leve proteção contra o sol; roupas leves são recomendadas por causa do calor e da areia.
Seu dia inclui traslado do hotel no Cairo em veículo com ar-condicionado, água engarrafada e lanches durante o trajeto, todas as entradas se escolher a opção inclusiva (além de ajuda para comprar ingressos extras, se precisar), acompanhamento de um egiptólogo licenciado em cada passo pelas Pirâmides de Gizé e Esfinge, além de almoço ou passeio de camelo opcionais conforme sua escolha antes do retorno ao hotel.
Tudo começou quando nosso motorista acenou do meio de um mar de táxis em frente ao meu hotel no Cairo — de alguma forma, ele me encontrou na multidão. Entrei no carro com ar-condicionado (graças a Deus) e conheci nosso guia, Hossam. Ele sorriu e logo me entregou uma garrafa de água, dizendo: “Você vai precisar — Gizé dá sede.” O barulho da cidade ficou para trás ao cruzarmos o Nilo, e eu tive meu primeiro vislumbre das Pirâmides de Gizé surgindo naquela névoa marrom suave. É estranho — você vê elas em fotos a vida toda, mas nada prepara para o tamanho ou para como elas simplesmente ficam ali, no meio de todo aquele caos.
No planalto, Hossam nos guiou passando por vendedores de souvenirs que gritavam em cinco idiomas (acho que um até tentou italiano comigo). A areia estalava sob meus pés. A Grande Pirâmide de Quéops era tão imensa de perto que fiquei até tonto olhando para cima — parecia que meu cérebro não conseguia processar a idade dela. Hossam contou sobre cada faraó enquanto caminhávamos: a pirâmide de Quéfren ainda tem algumas pedras lisas no topo (“Isso é calcário verdadeiro de Tura,” explicou), e a menor pirâmide de Miquerinos parecia quase tranquila perto das outras. Tinha camelos por toda parte; um deles piscou para mim como se soubesse que eu não ia montar nele.
A melhor vista? O Panorama Point. Você vê as três pirâmides alinhadas contra um céu infinito — juro que quase esqueci de tirar foto porque parecia coisa de filme. Paramos para um lanche (tâmaras e uns docinhos de gergelim), e Hossam mostrou onde ficar para aquela clássica foto “tocando a pirâmide”. O vento levantava poeira de vez em quando; dava para sentir a areia nos lábios, mas nem liguei. Teve um momento engraçado quando Hossam tentou me ensinar a dizer “Esfinge” em árabe — eu falei tudo errado e ele riu muito.
Não esperava me sentir tão pequeno diante da Grande Esfinge. O rosto está desgastado por séculos de tempestades de areia, mas ainda parece meio divertido, como se soubesse algo que você não sabe. Hossam contou histórias sobre narizes desaparecidos e túneis secretos — não sei o que é verdade ou só lenda local, mas isso faz parte da magia do lugar.
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