Você vai caminhar por túmulos antigos no Vale dos Reis com um guia local que faz a história ganhar vida, visitar o templo da rainha Hatshepsut sob o sol do deserto, ver de perto estátuas colossais e passear por Deir el-Medina, onde os artesãos moravam. Prepare-se para momentos de admiração silenciosa — e talvez umas risadas no caminho.
O passeio dura o dia todo, com busca pela manhã no seu hotel em Luxor e retorno à tarde.
Sim, o traslado de ida e volta do seu hotel em Luxor está incluso na reserva.
Você visitará três tumbas escolhidas pelo guia; a tumba de Tutancâmon não está incluída, a menos que seja selecionada à parte.
Você pode reservar o passeio com ou sem ingressos, conforme sua preferência no momento da compra.
O passeio inclui o Templo de Hatshepsut, os Colossos de Memnon, o Templo de Medinet Habu, Deir el-Medina (a vila dos artesãos) e o Vale das Rainhas.
Não há almoço tradicional incluso; água mineral é fornecida durante todo o passeio.
O passeio é adequado para todos os níveis de preparo físico; bebês devem ficar no colo de um adulto durante os traslados.
Um guia local profissional, que fala inglês, acompanha você durante todo o dia.
Seu dia inclui transporte privado com ar-condicionado do hotel em Luxor, entradas para locais como o Vale dos Reis (três tumbas), Templo de Hatshepsut, Templo de Medinet Habu, vila de Deir el-Medina, além de água mineral para manter você hidratado enquanto explora com um guia em inglês ao seu lado.
“Se você prestar atenção, ainda dá para ouvir os trabalhadores,” disse nosso guia Ahmed, sorrindo enquanto saíamos para o silêncio do Vale dos Reis. Lembro do ar seco na garganta e do som dos meus passos no cascalho, que ecoava pelas falésias. Começamos cedo — a luz de Luxor já é forte às 8 da manhã — e Ahmed indicou três tumbas que poderíamos visitar. As paredes lá dentro estavam mais frescas do que eu imaginava, pintadas com cores que resistiram por séculos. Tentei imaginar aquelas mãos trabalhando à luz de óleo. É estranho — às vezes parece que você está invadindo o silêncio de outra época.
Depois fomos aos Colossos de Memnon — duas estátuas gigantes, solitárias em seu pedaço de terra, parecendo ao mesmo tempo desgastadas e teimosas. Alguns vendedores locais acenaram para a gente; um garoto tentou me ensinar um cumprimento em árabe, que provavelmente estraguei (ele riu mesmo assim). Ao meio-dia chegamos ao Templo de Hatshepsut. Os degraus largos e claros sob o sol quase deixam imaginar as procissões subindo. Ahmed contou sobre Hatshepsut governando como faraó; ele parecia orgulhoso, como se falasse de uma lenda da família.
O almoço foi só água mineral na sombra (eu sei — nada glamouroso), mas depois de andar por Deir el-Medina — a vila dos trabalhadores — nem liguei para comida. As histórias daqueles artesãos ficaram comigo: famílias vivendo ali mesmo, pintando cenas para reis que nunca conheceriam. Por último, visitamos o templo de Medinet Habu. Tinha um cheiro leve de pó e pedra lá dentro, e por um instante só se ouvia a própria respiração refletindo nas gravações mais antigas que muitos países. Até hoje, quando penso em “passeio de um dia em Luxor”, não são só tumbas ou templos — é aquela sensação estranha de ser pequeno, mas conectado a algo imenso.
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