Você vai flutuar silenciosamente sobre Luxor ao amanhecer em um balão de ar quente, vendo templos e campos verdes se abrirem abaixo. Cruze o Nilo de barco antes da decolagem, divirta-se com seu grupo e ganhe um certificado de voo como lembrança — além do traslado do hotel para facilitar seu início de dia.
O traslado geralmente é por volta das 5h30, mas confirme com seu agente pois o horário varia conforme o hotel.
Sim, o traslado do hotel ou porto está incluído na reserva.
O balão sobe entre 150 e 450 metros durante o voo.
O voo dura cerca de uma hora sobre a margem oeste de Luxor.
Água mineral e lanches leves estão incluídos no tour.
Você ganha um certificado de voo e uma lembrancinha após o pouso.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir; carrinhos de bebê são permitidos.
Sim, pessoas de qualquer condição física podem participar.
Seu dia começa com traslado do hotel ou porto, travessia do Nilo de barco e um voo de cerca de uma hora em balão sobre os monumentos da margem oeste de Luxor. Você recebe água mineral, lanches leves, todos os impostos inclusos e um certificado de voo como lembrança, além do retorno ao hotel.
Saímos antes do sol nascer, ainda meio sonolentos, e as ruas de Luxor eram só sombras. Nosso motorista sorriu ao ver nossas caras cansadas — pelo jeito, todo mundo fica assim às 5h30 da manhã. O van estava silencioso, só um casal cochichando sobre café. A travessia do Nilo de barco parecia quase um segredo, com o cheiro doce do rio e a névoa fresca envolvendo tudo. Eu não parava de pensar: “Será que estou mesmo fazendo isso?”
A equipe do balão mal falava inglês, mas sorria muito — um deles me entregou uma garrafa de água e apontou para o céu, tipo “Espere só”. Quando finalmente subimos na cesta, meu coração disparou (não sei se era nervosismo ou empolgação). Os queimadores rugiram e de repente estávamos flutuando — sem solavanco, só uma leve elevação. Luxor se abriu lá embaixo: campos minúsculos, coqueirais, os monumentos da margem oeste parecendo quase irreais vistos de cima. Nosso guia tentava nomear cada templo enquanto passávamos — peguei “Hatshepsut” e “Vale dos Reis”, mas fiquei mesmo foi admirando a vista.
O sol surgiu atrás da gente e tudo ficou dourado por alguns minutos. Alguém riu quando o chapéu quase voou; outra pessoa enxugou uma lágrima (fingi que não vi). É curioso como fica silencioso lá em cima — só o vento e o som ocasional do queimador. Depois de cerca de uma hora (perdi a noção do tempo), pousamos num campo empoeirado onde umas crianças acenavam como se fôssemos astronautas chegando em Marte. Ainda não acredito que fiz isso.

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