Viaje de Luxor a Aswan com um guia local, explorando os entalhes antigos de Edfu e os templos gêmeos de Kom Ombo antes de cruzar para a Ilha de Philae de barco. Desfrute de um almoço egípcio autêntico e relaxe com transporte do hotel incluso — além de histórias que você vai lembrar para sempre.
O tour começa por volta das 6h e dura até cerca das 15h, podendo se estender dependendo do trânsito e das paradas.
O passeio inclui o Templo de Hórus em Edfu, o Templo de Kom Ombo e o Templo de Philae próximo a Aswan.
Sim, o almoço em restaurante local está incluído se você escolher essa opção no momento da reserva.
As entradas estão incluídas se selecionadas na reserva; caso contrário, são cobradas à parte.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluído, tanto em Luxor quanto em Aswan.
Sim, você pode encerrar o passeio em Aswan se preferir não retornar a Luxor.
Um guia local licenciado acompanha todo o passeio; guias que falam inglês estão disponíveis.
Um veículo privado com ar-condicionado é usado para todos os transfers entre os locais.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel em veículo privado com ar-condicionado, taxas de entrada se selecionadas na reserva, água engarrafada durante todo o trajeto, almoço tradicional egípcio em restaurante local (se opção escolhida), além do acompanhamento de um guia local licenciado, com retorno ao hotel ou pernoite em Aswan, se desejar.
A primeira coisa que lembro é do frescor da manhã — um ar fresco que já anunciava o calor que viria — enquanto subíamos na van em frente ao nosso hotel em Luxor. Nosso guia, Hossam, nos recebeu com um sorriso tranquilo e distribuiu garrafas de água antes de partirmos rumo a Edfu. A estrada estava silenciosa naquela hora, só alguns agricultores acenando enquanto passávamos por campos que pareciam dourados sob a luz suave do amanhecer. Tentei cochilar, mas não conseguia parar de olhar o Nilo brilhando entre os canaviais.
Parar no Templo de Hórus em Edfu foi como entrar em outro mundo — enormes paredes de pedra cobertas por entalhes que Hossam traduziu para nós (ainda me impressiono com a memória dele para aquelas histórias). Ele apontou para uma figura de falcão que eu teria passado batido. Havia um leve cheiro de poeira e incenso no ar, e, sinceramente, aquilo me fez sentir pequeno de um jeito bom. Depois, a caminho de Kom Ombo, a fome bateu e comecei a imaginar como seria o almoço — talvez cedo demais para pensar nisso, mas não dava para evitar.
O templo duplo de Kom Ombo me surpreendeu; metade dedicado a Sobek (o deus crocodilo) e metade a Haroeris. Hossam brincou sobre qual lado dava mais sorte — disse que sempre escolhia Sobek porque gostava de crocodilos quando era criança. O sol já estava alto e tudo parecia mais intenso: as cores, os sons do rio próximo, até o eco dos meus passos nas pedras. O almoço chegou logo que chegamos a Aswan — uma refeição simples num lugar local, onde parecia que a avó de alguém estava na cozinha (o pão estava quentinho e macio; comi demais).
O Templo de Philae foi meu momento favorito — alcançado por barco sobre águas calmas que refletiam tudo em dobro. É difícil descrever o silêncio que havia ali, só interrompido pelo canto dos pássaros atrás das colunas. Terminamos no Grande Barragem de Aswan, que é imensa, mas de alguma forma menos misteriosa que aquelas pedras antigas. No caminho de volta (ou você pode ficar em Aswan, se preferir), observei crianças brincando à beira da estrada e pensei em quantas vidas já passaram por esse trecho do rio. Essa sensação ficou comigo.
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