Você vai deslizar pelo Nilo de Luxor a Aswan com todas as refeições incluídas, parando para visitar templos com um guia egiptólogo e curtindo noites animadas a bordo. Prepare-se para momentos de silêncio no convés ao nascer do sol, risadas em festas locais e histórias gravadas em paredes de pedra mais antigas que a memória.
Sim, o traslado está incluído do seu hotel, aeroporto ou estação de trem em Luxor no início do cruzeiro.
Sim, a pensão completa está incluída — café da manhã, almoço, jantar e chá da tarde são servidos a bordo.
Sim, tanto o Templo de Karnak quanto o Vale dos Reis fazem parte do roteiro com visitas guiadas.
Sim, um guia egiptólogo qualificado acompanha todas as visitas aos templos e excursões durante o cruzeiro.
Este tour utiliza veículos privados de luxo com ar-condicionado para os traslados, conforme o roteiro.
Sim, opções vegetarianas estão disponíveis mediante pedido no momento da reserva.
O barco e os transportes são acessíveis para cadeirantes durante toda a viagem.
O preço inclui todas as refeições a bordo, visitas guiadas aos principais templos, água mineral durante os passeios, impostos e taxas de serviço.
Sua viagem inclui quatro noites em um cruzeiro de luxo 5 estrelas pelo Nilo com pensão completa — café da manhã, almoço e jantar a bordo — além de chá da tarde diário. Todos os traslados são feitos em veículo privado com ar-condicionado desde a chegada em Luxor até a saída em Aswan. As visitas aos templos são guiadas por um egiptólogo profissional; água mineral é fornecida durante os passeios.
Jamais vou esquecer o silêncio que tomou conta quando partimos de Luxor — só o barulho suave do rio e uma brisa com cheiro doce, como tâmaras e algo que eu não conseguia identificar. Nosso guia egiptólogo, Hany, sorria enquanto tentávamos (e falhávamos) pronunciar “Karnak” do jeito certo. Ele disse que minha versão parecia nome de pão. Começamos a tarde no Templo de Karnak, caminhando entre aquelas colunas gigantes enquanto Hany mostrava inscrições deixadas por sacerdotes antigos. Estava mais quente do que eu esperava — muito quente mesmo — mas isso fazia a sombra sob os arcos de pedra parecer quase sagrada. O almoço a bordo estava melhor do que devia (acho que era só fome mesmo). Depois do jantar teve show de dança do ventre; alguns entraram na dança, eu só assisti e ri junto.
Na segunda manhã em Luxor, o foco foi a margem oeste. Se tiver chance de fazer o passeio opcional de balão ao nascer do sol — faça. Eu não fui (fiquei com medo), mas quem foi voltou radiante. Andamos pelo Vale dos Reis com o pó estalando sob os pés e Hany contando histórias de maldições e tesouros perdidos. O Templo de Hatshepsut parecia quase irreal contra aquelas falésias; dava para sentir o cheiro da pedra calcária assando no sol. Em um momento, um senhor vendendo cartões postais piscou para mim e me chamou de “Cleópatra”. Até hoje não sei por quê.
No terceiro dia, navegar para o sul virou quase hipnótico — horas passando entre os templos de Edfu e Kom Ombo, vendo a vida na margem: crianças acenando, mulheres lavando roupas com lenços coloridos. O templo de Hórus tinha esculturas de falcões tão nítidas que pareciam recém-feitas. À noite rolou uma festa de galabia a bordo (imagine todo mundo com roupas largas egípcias), que ficou engraçada quando alguém tentou ensinar passos de dança local. Meus pés não foram feitos para aquele ritmo.
Aswan é mais tranquila que Luxor, de alguma forma — talvez seja tudo mais devagar? Visitar o Templo de Philae de barco foi diferente; água por todos os lados, pássaros cantando nos juncos. O Obelisco Inacabado é enorme de perto — dá para passar a mão nas marcas antigas do cinzel (eu fiz). A última manhã foi agridoce, arrumando as malas depois do café; alguns seguiram para Abu Simbel, eu fiquei para um último chá no convés antes do desembarque. Ainda penso naquela vista de vez em quando.
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