Você vai deslizar pelo Mar Vermelho num speedboat privado saindo de Hurghada, avistar golfinhos selvagens (e talvez nadar com eles), fazer snorkel em dois recifes coloridos com todo equipamento incluso e relaxar na tranquila Ilha Abu Minqar com lanches e frutas frescas — terminando o dia aquecido pelo sol e com gostinho de mar.
O passeio tem duração aproximada de 4 horas do início ao fim.
Se as condições permitirem e sem incomodá-los, é possível nadar ao lado dos golfinhos selvagens seguindo as regras ambientais.
Sim, todo o equipamento para snorkel e os coletes salva-vidas estão inclusos no passeio.
O passeio é adequado para todas as idades; bebês podem ir no carrinho, mas precisam ficar no colo de um adulto durante o trajeto de barco.
A capacidade máxima é de 8 pessoas por speedboat; grupos entre 9 e 15 pessoas usam dois barcos que viajam juntos.
Você receberá água mineral, refrigerantes, frutas frescas e lanches a bordo.
O ponto de saída fica em Hurghada; os detalhes são enviados após a reserva.
Sim, há chuveiros com água doce a bordo para usar depois dos mergulhos ou snorkel.
Seu dia inclui água mineral, refrigerantes, frutas frescas e lanches a bordo; uso do equipamento de snorkel com coletes salva-vidas; taxas do parque nacional pagas; além de acesso a chuveiros com água doce antes do retorno — tudo organizado para você só chegar e curtir a aventura.
A primeira coisa que lembro é do gosto do sal nos lábios enquanto nosso speedboat cortava as águas fora de Hurghada. O Mar Vermelho parecia quase surreal de tão azul, como se alguém tivesse aumentado a saturação. Nosso guia, Ahmed, sorriu por cima dos óculos escuros e apontou para um grupo de golfinhos à distância — no começo só arcos pequenos, depois de repente estavam bem ali ao nosso lado. Não esperava ficar tão animado só de vê-los aparecer e sumir. Eles se moviam rápido. Tentamos ficar em silêncio para não assustá-los (Ahmed levava a sério não atrapalhar a rotina deles), mas confesso que foi difícil não rir quando um deles espirrou água bem perto, mais do que eu imaginava.
Depois dessa emoção, ancoramos perto de um recife para o primeiro mergulho com snorkel. A água estava morna — quase como um banho — e entrar foi mais fácil do que pensei. Não sou nenhum nadador experiente, mas os coletes ajudaram bastante. Debaixo d’água era um piscar de cores: peixes amarelos cortando entre corais roxos, a luz do sol tremendo sobre mim. Em um momento minha máscara embaçou e tive que subir para respirar — meu amigo brincou dizendo que eu parecia uma tartaruga assustada. Tinha bastante lanche a bordo (a fruta fresca parecia ainda mais gostosa depois da água salgada), e o Ahmed distribuía garrafas de água gelada enquanto contava histórias de quando cresceu perto dessas praias.
Paramos em outro ponto — esse mais tranquilo, com menos barcos — e finalmente chegamos à Ilha Abu Minqar. Lá só tem areia, mar e céu; dá até para ouvir sua própria respiração flutuando de costas. Alguns aproveitaram para tomar sol, outros caminharam pela praia procurando conchas. Eu fiquei um tempo só sentado na beira, deixando os dedos correrem pela areia fresca. É engraçado como a gente perde a noção do tempo quando está cercado só pelo espaço aberto.

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