Você vai sair direto do porto de Alexandria para o coração antigo do Cairo — diante das pirâmides de Gizé e da Esfinge, com um egiptólogo local contando histórias reais. Prove pão fresco egípcio no almoço e explore os tesouros do Grande Museu Egípcio antes de voltar com novas memórias (e provavelmente um pouco de areia nos sapatos).
A viagem do porto de Alexandria ao Cairo tem cerca de 220 km e dura aproximadamente três horas em veículo privativo.
Sim, o almoço em um restaurante de qualidade no Cairo está incluído no passeio.
Você vai conhecer a Grande Pirâmide de Gizé, as pirâmides de Quéfren e Miquerinos, a Grande Esfinge de Gizé e o Grande Museu Egípcio.
Sim, o serviço inclui busca e retorno no porto de Alexandria ou no seu hotel.
Sim, todas as entradas para os locais do roteiro estão inclusas no valor da reserva.
Sim, o transporte é acessível para cadeirantes e adequado para todos os níveis de mobilidade.
Bebês e crianças pequenas podem participar; carrinhos são bem-vindos e bebês devem ficar no colo de um adulto durante os deslocamentos.
Sim, um egiptólogo licenciado acompanhará você durante todo o dia no Cairo.
Seu dia inclui transporte privativo do porto de Alexandria ou hotel, transfers confortáveis em veículo com ar-condicionado até o Cairo e retorno, entradas para todos os pontos do roteiro, acesso ao planalto de Gizé, acompanhamento de um egiptólogo especialista, água mineral durante o trajeto, além de um almoço tradicional egípcio antes de levar você de volta ao navio ou hotel no fim da tarde.
Mal desembarcamos do navio em Alexandria, nosso motorista acenou para a gente — tinha um sorriso tranquilo, como se soubesse que estávamos meio apreensivos com a longa viagem até o Cairo. A estrada foi mais longa do que eu imaginava (quase três horas), mas, pra ser sincero, ver a cidade dando lugar ao deserto enquanto nosso guia, Hossam, contava sobre as viagens da infância dele a Gizé fez o tempo passar mais rápido. Ele até apontou umas barracas na beira da estrada vendendo suco de goiaba — até hoje me arrependo de não ter experimentado. Na próxima vez.
A primeira vista da Grande Pirâmide de Gizé chega quase sem avisar. É enorme, mas estranhamente silenciosa apesar da multidão. Hossam explicou que a pirâmide de Quéops ainda é um mistério — ele até mostrou onde os arqueólogos acharam aquela miniatura de marfim (tive que apertar os olhos pra ver). O vento levantava pequenas nuvens de areia e acabei com um pouco na boca — tinha gosto de pedra antiga, se é que isso faz sentido. Também caminhamos ao redor da Esfinge; o rosto dela está mais desgastado do que eu pensava, mas isso só deixou tudo mais real.
O almoço foi num lugar que o Hossam gosta — nada chique, mas muito bom. Não lembro o nome do pão (ele riu da minha pronúncia), mas era quentinho, macio e acompanhado de algo picante. Depois seguimos para o Grande Museu Egípcio. Normalmente não sou muito fã de museu, mas ver a máscara de Tutancâmon de perto... é difícil explicar. Ouro que parece quase vivo sob as luzes. Tinha crianças em excursão escolar correndo por lá, professores mandando silêncio em árabe — o clima era animado, nada abafado.
Na volta para o porto de Alexandria, o carro ficou em silêncio por um tempo. Talvez cansados ou só pensando em como tudo que vimos é realmente antigo. Fiquei repetindo na cabeça a história do Hossam sobre o avô dele vendo as pirâmides pela primeira vez — me senti meio sortudo por ter ouvido aquilo. Se você está na dúvida sobre fazer essa excursão de um dia do porto de Alexandria ao Cairo, faça — por esses pequenos momentos que não dá pra planejar.

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