Você vai pilotar um ATV pela costa selvagem do oeste de Curaçao com um guia local, explorando grutas escondidas e vendo flamingos nas salinas. Refresque-se numa piscina natural do mar ou observe tartarugas se escolher o passeio de dia inteiro. Prepare-se para risadas, poeira na pele e momentos que vão ficar na memória muito depois de você voltar.
Você pode escolher entre meio dia ou dia inteiro de passeio.
Não, o traslado não está incluído neste passeio.
Não, o passeio é para iniciantes e quem já tem experiência.
Leve protetor solar, óculos escuros e roupas com mangas e calças compridas para se proteger.
Sim, crianças a partir de 5 anos podem ir, desde que acompanhadas por um adulto e sentem com o responsável.
Sim, é obrigatório ter carteira de motorista válida e levá-la com você.
O passeio completo inclui grutas, vistas da costa norte, Turtle Bay, jacuzzi natural e observação de flamingos.
Sim, são oferecidos lanches leves e água mineral.
O grupo é limitado a no máximo 10 pessoas por passeio.
Seu dia inclui o uso de um ATV de alta qualidade (quadriciclo), capacete para segurança, água mineral e lanches leves para manter a energia sob o sol — tudo guiado por um local que conhece cada curva das trilhas do oeste de Curaçao antes de voltar ao ponto inicial.
“Não se preocupe, você vai se acostumar com a poeira,” sorriu nosso guia Franklin enquanto me entregava o capacete. Ri, mas confesso que já estava suando só de pensar em pilotar o ATV. O sol brilhava (claro), mas uma brisa salgada do mar tornava tudo mais leve. Os primeiros minutos foram meio turbulentos — minhas mãos agarradas com força demais —, mas Franklin seguia na frente, sempre olhando para trás com um joinha. Passamos por cercas de cactos e cabras que nem se mexiam com nossa barulhenta caravana.
Não imaginei que fosse me importar tanto com o cheiro da terra aqui — meio seca e picante — até que, de repente, estávamos à beira do mar, com aquele ar salgado cortando tudo ao redor. As grutas eram mais frescas do que eu esperava; Franklin apontou umas marcas antigas nas pedras e contou histórias de pessoas que se escondiam ali há muito tempo. O sotaque dele é forte, mas acolhedor, e ele chamava todo mundo de “amigo”, não importava de onde éramos. Teve um momento em que só ouvia minha própria respiração ecoando nas paredes de pedra. Meio assustador, meio tranquilo.
A melhor parte? Paramos numa baía onde as tartarugas vêm para desovar (mas só no passeio mais longo, que dura o dia todo). Não vimos nenhuma dessa vez, mas ficar ali vendo as ondas baterem nas pedras negras foi como um momento só nosso. Depois encontramos flamingos — parados como se fossem donos do lugar — e tentei tirar foto, mas acabei rindo de mim mesmo por quase deixar o celular cair numa poça. Minhas mãos já estavam cobertas de poeira, e, pra ser sincero, foi uma delícia pular naquele “jacuzzi” natural que o Franklin mostrou perto do fim. O choque do frio foi rápido, depois só veio o alívio puro.
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