Entre no Arcane VR em Willemstad com seus amigos ou família, receba uma rápida introdução dos locais e mergulhe em jogos de realidade virtual livre — de batalhas contra zumbis a salas de quebra-cabeça. Prepare-se para risadas, trabalho em equipe (ou bagunça) e uma descarga de adrenalina quando tirar o headset.
Sim, o Arcane VR oferece experiências para famílias e grupos de amigos.
O Arcane VR está localizado em Willemstad, Curaçao.
Você pode jogar jogos de sobrevivência contra zumbis ou resolver enigmas em salas de fuga.
Sim, a equipe local treinada faz a introdução e dá suporte durante toda a sessão.
Sim, armários estão disponíveis para guardar seus objetos durante a experiência.
A sessão inclui check-in, briefing, preparação, jogo e encerramento; a duração varia conforme o grupo e o jogo escolhido.
Sim, há opções de transporte público próximas ao Arcane VR.
Essa atividade não é recomendada para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou no coração.
Sua visita inclui o uso de um armário seguro para seus pertences, além de todos os headsets e controles VR necessários — a equipe ajuda a montar tudo para você focar só na diversão em grupo, sem preocupações.
Confesso que não esperava suar tanto dentro de uma sala escura usando um headset em Willemstad. Mas lá estávamos, no Arcane VR, rindo alto e esbarrando uns nos outros (com cuidado — a equipe avisou). De fora, o lugar parece simples, mas ao entrar o ar é fresco e tem um cheiro leve de eletrônicos e aquele aroma estranho de plástico novo. Nosso anfitrião, Jairo, sorriu ao entregar os headsets — “Não se preocupe se gritar,” disse ele. “Acontece.”
O briefing foi rápido e descontraído — nada formal. Jairo nos mostrou como ajustar as tiras (eu atrapalhei um pouco até meu amigo ajudar), depois explicou os controles em inglês e papiamento. Escolhemos o jogo de sobrevivência contra zumbis porque, sinceramente, ninguém queria admitir que tinha medo da sala de fuga de terror. Quando colocamos os óculos, tudo mudou: de repente éramos só nós e aquelas sombras digitais estranhas se movendo ao redor. Ouvi a risada nervosa do meu amigo atrás de mim; por um instante, você esquece que ainda está em Curaçao.
Me envolvi demais — me escondendo atrás de caixas falsas, gritando direções sem sentido (“Esquerda! Não, sua outra esquerda!”). A equipe observava de fora, mas dava dicas quando ficávamos presos ou confusos. Teve um momento em que tentei tocar uma parede que não existia; minha mão simplesmente atravessou o nada. Meio constrangedor, mas também meio mágico? Depois tiramos os headsets e todo mundo estava suado, atordoado, mas feliz. Jairo perguntou se queríamos jogar outra rodada ou só relaxar para tirar fotos.
Acabamos ficando mais tempo do que planejado, trocando histórias sobre quem entrou em pânico primeiro (eu), tentando pronunciar palavras em holandês nos cartazes (mal, claro), e deixando aquela mistura estranha de adrenalina e alívio tomar conta. Ainda penso em como tudo parecia real — mesmo sendo só pixels e efeitos sonoros. Se você quer algo totalmente diferente em Curaçao, esse é o lugar.

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