Você vai explorar Split num tuk tuk elétrico com um guia local que conhece cada atalho e história. Prepare-se para praias de areia, praças históricas, ar do mar e momentos em que o tempo parece desacelerar — como quando você observa os telhados da cidade ou ri das lembranças da infância do guia.
Não, a busca no hotel não está incluída, mas há opções de transporte público próximas.
O passeio cobre vários pontos principais da cidade, mas a duração exata não é informada.
Sim, bebês são permitidos, mas devem ficar no colo de um adulto durante o trajeto.
Sim, animais de serviço são aceitos no passeio ecológico pela cidade.
Não é recomendado para quem tem lesões na coluna ou problemas cardiovasculares.
O roteiro inclui Praça da República, Praça do Peristilo, estátua de Gregório de Nin, praia de Bacvice, mirantes panorâmicos e mais.
Não há essa informação; entre em contato com o operador para necessidades especiais.
Seu dia inclui um passeio em tuk tuk 100% elétrico com um guia local que vai contar histórias enquanto você passa por praças históricas como Peristilo e Praça da República, vê de perto a estátua de Gregório de Nin, para na praia de Bacvice para sentir o ar do mar ou a areia nos pés, e ainda aproveita vistas panorâmicas antes de voltar pelo centro da cidade.
Partimos nesse pequeno tuk tuk elétrico, que mais faz um zumbido do que barulho — nem percebi que saímos da Praça da República até o guia, Marin, apontar os arcos vermelhos atrás da gente. Ele cresceu aqui e ficava acenando para conhecidos. O ar tinha um leve cheiro de sal, misturado com aquele aroma de padaria que só o Mediterrâneo tem pela manhã. Tentei tirar uma foto da Praça do Peristilo, mas meu celular quase caiu — muitas pedras irregulares no caminho. Marin só sorriu e disse para eu não me preocupar: “Você vai guardar essa imagem na memória melhor assim.” Talvez ele tenha razão.
Passamos pelo Palácio de Diocleciano — muito mais antigo do que parece nas fotos — e paramos na enorme estátua de Gregório de Nin. A galera esfregava o dedo do pé dele para dar sorte (eu também fiz, por que não?). Crianças corriam e gritavam em croata. A cidade estava viva, mas sem pressa. Quando chegamos à praia de Bacvice, ouvi gaivotas e o som suave das ondas na areia — a única praia de areia em Split, segundo Marin, algo raro por aqui. Alguns moradores já estavam nadando, mesmo sendo quase meio-dia; mais corajosos que eu.
Num ponto panorâmico, tudo ficou silencioso, só o vento e o toque distante de sinos vindo da cidade. Não esperava sentir tanta paz olhando aqueles telhados vermelhos e as ilhas ao longe. Na volta, Marin mostrou um teatro de 1893 — não lembro o nome — e brincou que todo mundo em Split já viu pelo menos uma peça ruim lá quando criança. Rimos disso por mais tempo do que eu imaginava.

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