Você vai acelerar por águas turquesa de Makarska até a Gruta Azul Pequena de Hvar, nadar em enseadas escondidas só acessíveis de barco, explorar as ruas de pedra de Jelsa para um café ou doce, e flutuar na tranquila Lagoa Azul de Zečevo quase sem ninguém por perto. Não é só turismo — é sentir a Dalmácia no coração por um dia.
Sim, durante o passeio você pode nadar e fazer snorkel dentro da Gruta Azul Pequena.
O passeio inclui quatro paradas para nadar, todas acessíveis só de barco.
Sim, todos os participantes recebem equipamento de snorkel incluso no passeio.
Sim, há tempo livre para explorar a cidade de Jelsa, em Hvar.
Sim, cada assento conta com proteção contra o sol para maior conforto.
Não, o almoço não está incluído, mas dá para comprar comida em Jelsa ou no bar sazonal de Zečevo.
Não é recomendado para crianças menores de 4 anos nem para pessoas acima de 75 anos, por questões de segurança.
O tempo varia, mas sempre há bastante para nadar ou explorar sem pressa.
O seu dia inclui uso de equipamento de snorkel, água mineral para todos a bordo, combustível incluso para você não se preocupar, um piloto que fala inglês e conhece cada enseada de cor, assentos premium com amortecimento e encosto (suas costas vão agradecer), além de sombra sobre cada lugar enquanto você navega entre a Gruta Azul Pequena de Hvar, a lagoa de Zečevo e a enseada mais tranquila de Brač antes de voltar para Makarska.
Não fazia ideia do que esperar quando partimos de Makarska naquela manhã — pensei que seria só mais um passeio de barco, sabe? Mas assim que nosso speedboat acelerou para longe do porto e o vento salgado me despertou, me senti criança de novo. Nosso piloto, Luka, sorriu por cima do ombro e gritou algo sobre “o melhor lugar para molhar”, o que me deixou meio apreensivo (ele estava certo). Os assentos tinham um sistema que absorvia os impactos, então minhas costas aguentaram firme, mesmo quando pulávamos as pequenas ondas rumo a Hvar.
A primeira parada foi a Gruta Azul Pequena. Não é enorme nem cheia como outras cavernas que já vi — Luka distribuiu os snorkels e só falou “mergulhem”. Lá dentro, a água brilhava num azul estranho sob o arco de pedra. Eu ouvia risadas abafadas ecoando pelas paredes. Tive um momento flutuando de costas, olhando a luz azul tremeluzindo acima de mim — parecia um segredo guardado só para nós. Depois, secamos ao sol enquanto Luka contava como os locais pescavam ali antes de o lugar virar sensação no Instagram.
Seguimos para Mala Stiniva — penhascos que parecem ter sido empilhados à mão há séculos. Alguns se arriscaram a pular das pedras (eu não tive coragem), mas só nadar ali, com aquela casa antiga em ruínas nos observando, já valeu. Depois, chegamos em Jelsa: uma orla tranquila onde os velhinhos tomam café sem pressa nenhuma. Andei pelas ruas estreitas até achar uma padaria vendendo um doce com figo — não lembro o nome, mas era docinho e pegajoso. O ar tinha um cheiro suave de pinho e sal do mar.
Depois de Jelsa, fomos para a Lagoa Azul de Zečevo — tão cristalina que dava para ver cada pedrinha no fundo. Tem só um barzinho na praia e mais nada, só o canto dos pássaros sobre a água. Finalizamos com um mergulho numa enseada silenciosa em Brač, onde eu conseguia ouvir meu próprio coração batendo debaixo d’água. No caminho de volta, Luka colocou música dálmata no celular e todo mundo ficou relaxado, olhando para o céu; até hoje, aquele último mergulho ficou guardado na minha memória mais do que qualquer foto.
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