Você vai provar café fresco numa plantação, caminhar por trilhas entre cachoeiras, fazer tirolesa com vista para o Volcão Arenal, conhecer guias locais e aprender sobre cultura indígena antes de relaxar nas águas termais naturais. Almoço e jantar inclusos — no fim do dia, você vai estar ao mesmo tempo animado e em paz.
O tour dura o dia todo, com saída cedo dos hotéis em San Jose e retorno à noite após o jantar.
Sim, o almoço tradicional costarriquenho está incluído perto do Volcão Arenal, assim como o jantar no retorno.
Você vai visitar cachoeiras, provar café, ver animais como iguanas e bicho-preguiça, fazer tirolesa e rapel, assistir a uma apresentação cultural indígena e relaxar nas águas termais.
Sim, o transporte de ida e volta está incluído para a maioria dos hotéis da região de San Jose.
A idade mínima é 5 anos; crianças devem estar acompanhadas por um adulto.
Sim, opções vegetarianas estão disponíveis se solicitadas no momento da reserva.
Use roupas confortáveis e calçados para caminhada; leve roupa de banho para as águas termais e prepare-se para mudanças no clima.
Sim, o passeio acontece em qualquer condição climática — só se vista adequadamente para chuva ou sol.
Seu dia inclui transporte de ida e volta da maioria dos hotéis em San Jose, todas as entradas para atrações como cachoeiras e piscinas naturais de águas minerais. Você vai provar café fresco com petiscos locais durante as paradas, além de um almoço reforçado perto do Volcão Arenal e jantar no caminho de volta. Todas as atividades — tirolesa, rapel sobre o rio, apresentação cultural indígena — são acompanhadas por guias bilíngues profissionais.
Já imaginou provar o verdadeiro café da Costa Rica bem onde ele é cultivado? Eu não esperava me importar tanto — mas ali, na manhã fresca perto de San Jose, nosso guia Luis me entregou uma xícara pequena e sorriu. O cheiro era terroso, intenso, quase defumado. A gente mal tinha começado o tour completo do Volcão Arenal e eu já me sentia acordando de verdade depois de semanas. A viagem em si não era só “chegar lá”; passamos por cachoeiras que faziam mais barulho que o trânsito da minha cidade, e na Cachoeira La Paz até molhou meus óculos (até horas depois eu via as gotinhas). Luis apontava beija-flores voando perto do mirante San Fernando — ele sabia o nome de todos, mas só consegui lembrar do verde que ficou zumbindo perto do meu ouvido.
Depois de umas bananas fritas com queijo e mais café (os costarriquenhos sabem mesmo fazer um lanche), paramos numa ponte onde iguanas tomavam sol como se fossem donas do pedaço. Tinha até um bicho-preguiça — ou pelo menos uma mancha marrom que Luis jurava ser um. O almoço chegou pouco antes das nuvens se abrirem sobre o próprio Volcão Arenal. Arroz, feijão, frango — nada sofisticado, mas depois de tanto ar puro, parecia o melhor prato do mundo. Aí veio a tirolesa: sete cabos cortando a floresta tão densa que às vezes mal dava pra ver os próprios pés. Minhas mãos tremiam (não sei se de nervoso ou empolgação) quando tentei descer de rapel sobre o rio. Alguém do grupo gritou “Pura vida!” e, sinceramente, não podia ser mais a cara do momento.
A apresentação da tribo Maleku me surpreendeu — achei que seria rápida, mas acabei querendo fazer mil perguntas sobre a língua deles (Li riu quando tentei dizer “obrigado” em Maleku). No fim da tarde, minhas pernas estavam bambas, mas relaxar nas Paradise Hot Springs foi surreal: vapor subindo entre as folhas de palmeira, água quente nos músculos cansados, céu ficando rosa atrás do vulcão. O jantar foi em algum lugar no caminho de volta para San Jose — comida simples de novo, mas o grupo estava mais quieto, talvez cansado ou só absorvendo tudo. Até hoje, quando sinto cheiro forte de café ou ouço água correndo, me sinto ali de novo.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?