Você vai encontrar seu instrutor certificado em Tamarindo, praticar o “pop-up” na areia e depois remar para pegar ondas de verdade com muita paciência e apoio. Prepare-se para rir, se molhar e viver aquele momento incrível de ficar em pé. Tudo incluso — só traga sua vontade de aprender (e talvez um pouco de humildade).
A aula tem duração aproximada de 2 horas.
Sim, prancha e lycra estão incluídas.
Sim, é perfeita para iniciantes ou quem quer melhorar o básico.
As aulas são na Praia de Tamarindo, Costa Rica.
Sim, os instrutores são certificados e surfam na região há anos.
Não, o ponto de encontro é central em Tamarindo.
Não, o almoço não está incluso.
Traga seu traje de banho; todo o resto é fornecido.
Sua aula inclui o uso da prancha e lycra, além de todos os impostos e taxas — você será acompanhado por um instrutor local certificado na Praia de Tamarindo antes de entrar na água juntos.
“Não precisa ser forte, só ter paciência,” disse José, entregando-me uma lycra que ainda cheirava a sal e protetor solar. Eu nunca tinha surfado antes — na verdade, estava nervoso só de segurar a prancha na areia enquanto José nos mostrava como levantar. O sol já estava quente, e dava para ouvir o som das ondas ao longe enquanto ele falava. Éramos quatro no grupo, todos iniciantes, e no começo todo mundo parecia meio desajeitado. Mas José sorria como se já tivesse visto isso mil vezes.
Entrar na água foi estranho e desengonçado — meus pés afundavam na areia macia e quase perdi o equilíbrio antes mesmo de começarmos a remar. O Pacífico estava mais fresco do que eu imaginava, mas não gelado, mais como um alívio depois de ficar na praia. José não parava de gritar incentivo em espanhol e inglês (“¡Vamos! Paddle! Paddle!”), o que me fez rir e engolir metade da água salgada. A aula durou duas horas, mas, sinceramente, o tempo parecia estranho lá fora — às vezes parecia que as ondas demoravam uma eternidade, outras que cinco minutos passavam num piscar de olhos.
Confesso: levantar na prancha não foi mágica na primeira tentativa. Nas primeiras vezes, eu só caía de lado (alguém aplaudia mesmo assim). Mas de repente tudo encaixou — sorte, memória muscular ou a paciência do José — e consegui ficar em pé por três segundos que pareceram uma eternidade. O reflexo do sol na água quase cegou por um instante e o resto do mundo ficou em silêncio, só o barulho da água sob meus pés. Acho que é isso que as pessoas querem dizer quando falam que surfar vicia. Terminamos todos sujos de areia, cansados, rindo das quedas enquanto voltávamos para a cidade com as pranchas debaixo do braço. Até hoje lembro daquela sensação trêmula toda vez que vejo uma onda.
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