Você vai de Manuel Antonio a San José ou Aeroporto SJO com conforto, busca no hotel e motorista local. Pare no Rio Tarcoles para ver crocodilos ou almoce em um restaurante típico pelo caminho. Um trajeto tranquilo que é mais do que só ir do ponto A ao B — você ainda pode ouvir histórias locais.
O transfer privado leva cerca de três horas de carro.
Sim, a busca no seu hotel em Manuel Antonio está incluída.
Sim, o motorista pode parar em lugares como o Rio Tarcoles ou restaurantes sem custo extra.
Sim, há assentos para bebês e espaço para carrinhos de bebê.
Sim, todos os veículos são climatizados e oferecem wifi a bordo.
O preço cobre até 4 pessoas; cada pessoa extra custa US$10.
Sim, animais de serviço são permitidos a bordo.
Sim, é acessível para viajantes que usam cadeira de rodas.
Sua viagem inclui busca no hotel em Manuel Antonio, todas as taxas inclusas, veículo com ar-condicionado e wifi, água gelada em caixa térmica fornecida pelo motorista, além de paradas flexíveis em pontos turísticos ou restaurantes antes de chegar em San José ou Aeroporto SJO.
“Quer ver os crocodilos? A gente para — sem pressa,” sorriu nosso motorista, Mario, pelo retrovisor. Eu mal tinha terminado meu café quando ele parou em frente ao nosso hotel em Manuel Antonio, pontual. A van estava fresquinha por dentro (graças a Deus), e ele trouxe uma caixa térmica com garrafinhas de água. Eu não esperava muito de um transfer — só chegar ao Aeroporto de San José — mas parecia mais uma viagem na estrada com alguém que conhecia cada detalhe e história do caminho.
A saída de Manuel Antonio foi tranquila, passando devagar por casas coloridas e cachorros preguiçosos. Mario apontou uma barraca de frutas onde, segundo ele, os abacaxis são “os mais doces da Costa Rica”. Paramos na ponte do Rio Tarcoles — dava para ouvir os pássaros antes de ver qualquer coisa, e de repente lá estavam: enormes crocodilos tomando sol lá embaixo. Tentei tirar foto, mas acabei só admirando por um tempo. Tem algo em ver esses animais tão de perto que faz a gente se sentir pequeno (de um jeito bom, sabe?).
Seguimos viagem, com as janelas abertas por um tempo porque o cheiro de chuva no asfalto quente estava no ar — aquele aroma terroso e pegajoso. Mario contou sobre a família dele em San José e riu quando tentei falar “guanábana”. Ele se ofereceu para parar para almoçar numa soda típica à beira da estrada, se quiséssemos; sem pressão. O wifi funcionou bem para eu conferir o horário do meu voo (paranoia de sempre). São cerca de três horas no total, mas o tempo passou rápido com tantas histórias e paradas.
Ainda lembro daquela vista sobre o rio e como foi fácil não ter que me preocupar com nada — malas guardadas com segurança, ar fresco soprando, alguém cuidando da estrada. Às vezes transfer é só um tempo morto entre lugares, mas esse foi parte da viagem.
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