Você vai cruzar pontes suspensas acima da copa da floresta do Arenal com um guia local, ver animais que passariam despercebidos sozinho, descer para nadar ou admirar a Cachoeira La Fortuna, e ainda compartilhar um almoço caseiro com uma família local antes de voltar — prepare-se para risadas, conversas de verdade e aqueles pequenos momentos que ficam na memória.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluído para quem estiver hospedado em La Fortuna ou na região do Arenal.
O caminho é íngreme e com muitos degraus; quem tem problema nos joelhos pode ficar no mirante sem descer.
Sim, refeições vegetarianas podem ser preparadas se solicitadas com antecedência.
Sim, bebês são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos e cadeirinhas para crianças podem ser fornecidas mediante pedido.
Você pode avistar preguiças, macacos, iguanas, sapos de árvore, catetos e várias aves exóticas durante a caminhada.
A viagem de van entre o Parque Mistico Hanging Bridges e a Cachoeira La Fortuna dura apenas alguns minutos.
Sim, é permitido nadar na base da cachoeira, desde que as condições estejam seguras.
Leve roupas confortáveis, tênis ou sapatos para caminhada, capa de chuva, roupa de banho se quiser nadar, repelente, garrafa de água e câmera.
O passeio inclui transporte de ida e volta do hotel em La Fortuna ou Arenal, todas as entradas para o Parque Mistico Hanging Bridges e a Cachoeira La Fortuna, caminhadas guiadas por um especialista local que conhece cada canto da floresta (ou quase), além de lanches durante o trajeto e um almoço tradicional costarriquenho compartilhado com uma família local antes do retorno.
"Pura vida não é só um lema, é nosso jeito de viver", sorriu nosso guia Marco ao abrir a porta da van. Eu mal tinha terminado meu café quando chegamos ao Parque Mistico Arenal Hanging Bridges, com a névoa ainda presa nas árvores. Marco apontou um tucano antes mesmo que eu percebesse as pontes — ele tinha um olhar mais atento que o meu. O ar estava denso e com cheiro de verde, como folhas molhadas e um aroma doce que eu não conseguia identificar.
As pontes pareciam meio surreais sob os pés — balançavam na medida certa para lembrar que estávamos bem acima do chão da floresta. Ouviamos os macacos-prego por cima (primeiro pelo som), e então um silêncio repentino, só o som da água pingando nas folhas. Tentei tirar uma foto, mas acabei rindo de mim mesmo. Marco nos contou sobre os diferentes sapos de árvore — eu só consegui ver um, pequeno e brilhante como um papel de bala.
Depois dessa trilha, confesso que minhas pernas ficaram bambas. Voltamos para a van e seguimos para a Cachoeira La Fortuna. A descida é íngreme (Marco avisou), mas tem um momento no meio do caminho em que a luz do sol atravessa as árvores e tudo parece brilhar — não esperava por isso. O som da cachoeira é enorme, quase palpável. Algumas pessoas nadaram; eu só molhei os pés e observei as borboletas morpho azuis voando. Ainda lembro daquela água gelada batendo nos meus tornozelos.
O almoço foi na casa da família Rodriguez — não é um restaurante, mais parece a cozinha de alguém, com galinhas passeando no quintal. Arroz, feijão, banana-da-terra, frango com um molho que parecia limão com alho (fui pedir mais). Conversamos sobre futebol e clima, em um espanhol e inglês meio misturados. Marco brincou comigo porque eu comia devagar, mas ninguém estava com pressa mesmo.
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