Você começa no Aventuras Cafe e rema pelo Golfo Dulce tranquilo enquanto o sol se põe. Saboreie frutas frescas numa praia sossegada, depois veja a bioluminescência dançando ao redor do seu remo ou nade na água brilhante. Essa sensação de remar sob as estrelas fica com você.
Sim, há tempo para nadar na praia durante o passeio.
O passeio começa no Aventuras Cafe, no Golfo Dulce.
Sim, frutas da estação são oferecidas durante o passeio.
Sim, é indicado para todos os níveis, mas não recomendado para quem tem lesões na coluna ou problemas cardíacos.
Recomenda-se levar sua garrafa; há pontos para reabastecer água durante o passeio.
Se o passeio for cancelado por mau tempo, você pode escolher outra data ou receber reembolso parcial.
Sim, há chuveiros no Aventuras Cafe ao final do passeio.
Seu passeio inclui guia local, todo o equipamento de caiaque, frutas frescas da estação numa parada numa praia tranquila, reabastecimento de água para sua garrafa durante o trajeto e acesso a chuveiros no Aventuras Cafe antes de voltar para casa.
Vou ser sincero — me inscrevi nesse passeio de caiaque para ver a bioluminescência no Golfo Dulce principalmente por aquelas fotos incríveis que vi na internet. Mas estar lá de verdade? Foi bem mais tranquilo do que eu imaginava. Encontramos nosso guia no Aventuras Cafe (o café lá é forte, aliás) e, depois de uma rápida conversa sobre segurança, partimos. O fiorde estava quase espelhado, só alguns pássaros cantando lá nos manguezais. Meu remo pingava água nos joelhos — não era fria, tinha aquele calor gostoso típico do trópico.
Nosso guia, Daniel, apontou alguns golfinhos ao longe. Não sei se ele os viu primeiro ou se só sabe os lugares onde eles costumam aparecer. Teve um momento em que paramos numa praia pequena para comer frutas — melancia nunca tem gosto tão bom quanto depois de remar. Alguns de nós entraram na água; parecia que a água era densa e aveludada. Aí ficamos esperando a luz sumir. É engraçado como todo mundo fica em silêncio justo antes de acontecer.
De repente, cada remada deixava atrás de nós aqueles redemoinhos azul-esverdeados — parecia que alguém tinha jogado pó mágico na água (sei que soa meio clichê, mas parecia coisa de outro mundo). Daniel riu quando tentei falar “bioluminiscência” em espanhol — provavelmente falei errado. O remo na volta, à noite, foi mais devagar; ninguém queria mesmo deixar aquele brilho para trás. Até agora, consigo imaginar aquelas faíscas seguindo minhas mãos.
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