Você vai nadar em duas cachoeiras — incluindo as famosas quedas duplas de Nauyaca — provar água de coco numa praia deserta, explorar as ruas tranquilas de Dominical com café ou smoothie na mão e compartilhar um almoço após as trilhas na floresta. Espere risadas, tênis sujos de lama e surpresas ao longo desse dia inteiro, do início ao fim.
É um passeio de dia inteiro com várias paradas pela costa do Pacífico da Costa Rica.
Sim, é possível nadar tanto na cachoeira Portalon quanto na Nauyaca durante o passeio.
Sim, o almoço é servido em um restaurante local após a visita à cachoeira Nauyaca.
Sim, água engarrafada e lanches são fornecidos durante o dia todo.
O grupo é limitado a 10 pessoas para garantir uma experiência mais personalizada.
O passeio inclui o traslado; confirme com seu fornecedor os locais exatos de coleta.
Leve roupa de banho, toalha, protetor solar, calçado resistente para trilhas e talvez uma roupa seca para trocar depois de nadar.
O passeio é indicado para todos os níveis de preparo físico, mas não é recomendado para quem tem problemas cardíacos.
Seu dia inclui traslado em veículo com ar-condicionado e WiFi; água engarrafada e lanches durante o trajeto; entrada para nadar na cachoeira Portalon; cocos fresquinhos colhidos na Praia Linda; tempo livre para explorar Dominical com café ou smoothies; caminhada guiada pela floresta até a cachoeira Nauyaca; óculos de natação disponíveis; e almoço em restaurante local antes do retorno.
Já estávamos todos suados da viagem pela costa do Pacífico quando nosso guia, Diego, parou perto de um grupo de palmeiras — logo depois de Portalon. Ele sorriu e me entregou um facão (confesso que com um pouco de exagero na confiança), e logo nos mostrou como tirar um coco direto do pé. O suco estava gelado e doce, e juro que o cheiro do mar deixou o sabor ainda melhor. O som do oceano batendo atrás da gente, na Praia Linda, era o único barulho além de alguns caranguejos andando de lado. Não esperava começar um passeio de cachoeira assim, mas foi perfeito.
A cachoeira Portalon veio logo depois — Diego chamou de “seu lugar favorito para nadar” e entendi o motivo. Tinha aquele cheiro de terra molhada que só existe na floresta de verdade, e a água era tão cristalina que meus dedos pareciam de desenho animado. Todos se revezaram para pular na água (menos a Anna, que só flutuava rindo da gente). Fica a uns 30 minutos de Nauyaca, mas parece um mundo à parte. Depois, de volta na van, as janelas embaçadas pelas roupas molhadas e o barulho da sacola de lanches se abrindo.
Dominical é uma cidadezinha de surf calma, onde o tempo parece andar mais devagar — crianças vendendo pulseiras na praia, velhinhos tomando café numa casinha pintada de todas as cores que você imaginar. Pegamos smoothies (manga para mim) e andamos por ali; tentei perguntar sobre uma fruta local no meu espanhol meio capenga e ganhei uma aula e um abraço da vovó que tocava a lojinha. Queria ficar mais, mas Nauyaca estava nos chamando.
A trilha pela selva até Nauyaca é lama na medida certa — nada difícil, só o bastante para você sentir que conquistou. Você ouve a cachoeira antes de ver: primeiro um ronco baixo, depois aquele rugido branco quando vira a curva. As duas quedas são maiores do que nas fotos; a névoa no rosto, as pedras escorregadias. Uns pularam direto, outros ficaram só debaixo do spray, braços abertos como se estivessem recarregando energia da cachoeira. O almoço depois soube ainda melhor, porque a fome estava boa — arroz, feijão, frango grelhado, nada sofisticado, mas perfeito naquele momento.
Até hoje lembro da luz entrando pelas árvores sobre a piscina de Nauyaca — como tudo parecia selvagem e ao mesmo tempo seguro por um instante. Não sei se era só a companhia ou a magia da Costa Rica agindo de novo.
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