Você vai sentir o calor da Costa Rica assim que sair do SJO — recebido pelo seu motorista particular e levado com conforto para Jaco ou Los Sueños. Veja crocodilos na Ponte de Tárcoles, tome uma bebida gelada, escute histórias locais (ou tire um cochilo) e chegue já sentindo que a aventura começou.
A viagem costuma levar de 1h30 a 2h, dependendo do trânsito.
Sim, há uma parada para ver os crocodilos na Ponte de Tárcoles, se o clima e a luz permitirem.
Inclui água mineral, sucos e cerveja costa-riquenha de cortesia.
Não, o serviço é totalmente privado para você e seu grupo.
O motorista espera do lado de fora da área de alfândega com uma placa com seu nome.
Sim, o transfer oferece WiFi para você se manter conectado.
O serviço padrão inclui só a parada em Tárcoles; outras paradas podem ser solicitadas com antecedência e cobram taxa extra.
Cadeirinhas especiais para bebês estão disponíveis mediante pedido na hora da reserva.
Seu trajeto inclui transporte privado do aeroporto SJO direto ao hotel ou casa em Jaco ou Los Sueños — com horários flexíveis, veículo com ar-condicionado só para seu grupo, água, sucos ou cerveja local grátis durante o percurso, WiFi a bordo para você ficar conectado, todos os impostos inclusos, além de uma parada panorâmica na Ponte de Tárcoles se o tempo ajudar, antes de chegar com segurança ao destino.
A primeira coisa que senti ao sair do aeroporto SJO foi aquele cheiro forte e doce — uma mistura de folhas molhadas com diesel. Nosso motorista, Daniel, já estava lá com uma plaquinha com meu nome (sempre me sinto meio sem jeito, mas facilita muito). Ele sorriu e pegou minha mala antes que eu pudesse reclamar. A van estava na temperatura certa, refrescante, sem ser gelada, perfeita para espantar o calor pegajoso. Abrimos garrafas de água gelada — ele até ofereceu cerveja, mas achei cedo demais. Quem sabe na próxima.
Saindo de San José, Daniel apontava pequenas barracas de frutas na beira da estrada e indicava onde estavam as melhores mangas (“as amarelas, não as vermelhas!”). A viagem até Jaco ou Los Sueños leva entre 1h30 e 2h, dependendo do trânsito, que aqui é bem imprevisível, segundo ele. Paramos na Ponte de Tárcoles porque ele insistiu que tínhamos que ver os crocodilos (“os dinossauros da Costa Rica”, como chamou). O rio lá embaixo estava barrento e calmo; contei seis jacarés estirados no sol, parecendo sapatos velhos. O silêncio era estranho — só o vento e o barulho dos caminhões passando — e, sinceramente, até hoje aquela paisagem me vem à cabeça.
Gostei de estar só nós na van — nada de conversa forçada com estranhos ou paradas aleatórias em hotéis. Daniel respondeu todas as nossas perguntas (mesmo quando eu atrapalhei o “gracias” e ele riu), mas deixou a gente relaxar e olhar as palmeiras passando pela janela. O WiFi funcionou bem, então pude mandar mensagens para minha mãe (“sim, aterrissamos, sim, estamos bem”). Quando chegamos em Jaco, ele ajudou com as malas e ainda passou o WhatsApp dele caso precisássemos de algo na cidade. Não sei se é comum, mas deu uma sensação boa de cuidado.

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