Você vai cavalgar pelos verdes morros de Palmitas, colher cerejas de café direto do pé com os locais, provar cafés fresquinhos numa finca familiar e compartilhar um almoço simples — tudo com transporte incluso. Prepare-se para risadas com ponchos, cheiros da terra e, quem sabe, uma nova paixão pelo café colombiano no fim do dia.
Cerca de 45 minutos de carro saindo do centro de Medellín.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluso.
Sim, a cavalgada faz parte da experiência na fazenda.
Sim, o almoço no Fiambre está incluso durante o tour.
Há guias com inglês básico; alguns podem ser multilíngues.
Use roupas confortáveis e calçados adequados para terreno escorregadio; evite shorts e chinelos.
O passeio é adequado para a maioria das pessoas, mas não é recomendado para quem tem mobilidade reduzida.
Você vai provar vários tipos de café preparados na finca após aprender sobre o processo de produção.
O dia inclui transporte de ida e volta do hotel em Medellín, cavalgada guiada por uma fazenda produtora de café em Palmitas, aulas práticas sobre o cultivo do café colombiano com degustações na própria finca, lanches durante o passeio e um almoço reforçado no Fiambre antes de voltar para a cidade à tarde.
Já se perguntou como é o sabor do café colombiano de verdade, antes de chegar àquelas cafeterias chiques? Era isso que eu pensava enquanto a estrada sacolejava nosso carro saindo de Medellín — só 45 minutos, mas parecia outro mundo quando chegamos em San Sebastián de Palmitas. O ar mudou: ficou mais fresco, mais puro, e juro que dava pra sentir cheiro de folhas verdes e um toque doce antes mesmo do guia, Jorge, começar a falar das plantações de café. Ele nos entregou ponchos e chapéus — parece que é assim que os muleiros se vestem. Eu fiquei meio bobo, mas todo mundo riu (inclusive eu), e isso quebrou o gelo.
Eu não esperava montar a cavalo naquele dia. A dona da finca, a senhora Marta, me lançou um olhar tipo “fica tranquilo” — e logo depois o cavalo dela bufou pra mim. Saímos devagar entre as fileiras de pés de café brilhantes. O silêncio só era quebrado pelo canto dos pássaros e o som dos cascos na terra molhada. O Jorge mostrou quais grãos estavam prontos para colher; ele até deixou a gente provar um direto do galho — pegajoso e doce, nada a ver com o café coado que a gente conhece. Até hoje lembro daquele primeiro sabor.
O almoço foi num lugar chamado Fiambre — uma refeição completa com arroz, banana-da-terra, e um prato cozido em folha de bananeira (não consegui lembrar o nome). Todo mundo comeu com as mãos ou com colher, sem frescura. Depois, voltamos pra finca para a degustação de café: xícaras pequenas, cada uma com um sabor diferente. O Jorge explicou cada etapa, mas confesso que perdi a conta — só sei que me senti super desperto e tranquilo ali, sentado debaixo das árvores enquanto a chuva começava a tamborilar no telhado de zinco. Acho que teria ficado mais tempo se deixassem.

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?