Saia de Cartagena de lancha para um passeio de dia inteiro pelas Ilhas Rosario — drink de boas-vindas em Pao Pao sob os manguezais, almoço com três opções em Islabela e horas de descanso no beach club de Bora Bora. Com um guia bilíngue contando histórias pelo caminho, você vai capturar pequenos momentos: pássaros voando, música no ar salgado e dedos enterrados na areia quentinha.
O passeio dura o dia todo, com saída às 8h45 do píer La Bodeguita em Cartagena.
Sim, o almoço é servido em Islabela com opções de peixe, frango ou vegetariano.
Você recebe um drink de boas-vindas em cada ilha (três no total), além de água durante o trajeto de barco.
Não, o tour é exclusivo para maiores de 18 anos.
O passeio é exclusivo para até 28 pessoas por dia.
Sim, um guia bilíngue acompanha todo o trajeto desde Cartagena.
Sim, você pode escolher uma opção vegetariana fresca no almoço em Islabela.
Sim, o transporte de lancha está incluído ida e volta desde o píer La Bodeguita em Cartagena.
Seu dia inclui transporte de lancha ida e volta do píer La Bodeguita em Cartagena pelas Ilhas Rosario com água a bordo; três drinks de boas-vindas (um em cada ilha); acesso exclusivo aos beach clubs; almoço com opções de peixe, frango ou vegetariano; além do acompanhamento e atenção do seu guia bilíngue durante toda a jornada.
Nos encontramos no píer La Bodeguita pouco antes das 9h — o ar já estava quente e úmido, mas o clima era de animação. Nosso guia, Camilo, fez a chamada e brincou sobre o protetor solar (deveria ter prestado mais atenção). A lancha levou cerca de 45 minutos até as Ilhas Rosario; eu ficava olhando para aquele azul intenso e tentando segurar o chapéu para não voar. Camilo apontou a Isla Grande quando passamos por ela — chamou de “coração” do arquipélago. O cheiro de sal misturado com um aroma floral que não consegui identificar estava no ar.
O primeiro destino foi o Pao Pao Beach Club. Assim que chegamos, já nos serviram drinks gelados — o meu tinha gosto de coco com limão — e depois exploramos as raízes entrelaçadas dos manguezais. Ali tem uma reserva de aves; vi um lampejo de asas amarelas, mas não consegui identificar (Camilo tentou ajudar, mas meu espanhol ainda é fraco). A água é realmente cristalina, como dizem — meus pés sumiram naquele turquesa quando entrei. E claro, esqueci como a areia gruda em tudo.
O almoço foi em Islabela — um hotel ecológico escondido entre palmeiras. Tinha três opções: peixe (a mais escolhida), frango ou vegetariano. Eu optei pelo peixe, que veio acompanhado de arroz e chips de banana-da-terra que estalavam a cada mordida. Alguns aproveitaram para descansar nas redes depois de comer — tentei uma, mas quase caí (o cara do lado riu e disse “isso é uma arte”).
Bora Bora foi a última parada e, pra ser sincero, já estávamos meio sonolentos e relaxados pelo sol. A música vinha baixinha do bar na praia — na medida certa para balançar os ombros sem esforço. A equipe ficava de olho para ver se precisávamos de algo, mas sem incomodar. Vi um casal dançando descalço na areia enquanto outra pessoa cochilava sob um guarda-sol. Parecia que o tempo ali ficava mais suave — ainda lembro daquela vista da linha do horizonte de Cartagena, toda dourada na luz do fim da tarde, enquanto partíamos.
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