Você vai descer sob Bogotá para visitar a Catedral de Sal de Zipaquirá, explorando túneis antigos à luz de lampiões antes de passear pelas praças coloniais. No Lago Guatavita, vai ouvir as lendas do ouro perdido enquanto caminha por trilhas tranquilas ao redor das águas esmeralda. Com ingressos inclusos, transporte do hotel e um guia local cheio de histórias (e petiscos), esse passeio vai além das fotos — fica guardado em pequenas memórias.
O passeio é um dia inteiro fora de Bogotá, incluindo o tempo de deslocamento entre os pontos.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluído nas opções privadas e compartilhadas.
Sim, as entradas para as duas atrações estão cobertas em todas as opções.
O almoço tradicional é opcional; um menu do dia em restaurante local está disponível.
O mínimo é de 2 pessoas; se só uma reservar, pode mudar a data ou pedir reembolso.
Um guia local acompanha os passeios privados tanto na Catedral de Sal quanto no Lago Guatavita.
O guia entrará em contato antes para combinar o idioma e tirar dúvidas.
Sim, é acessível para todos os níveis; bebês devem ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel em Bogotá, ingressos para a Catedral de Sal de Zipaquirá e Lago Guatavita, acompanhamento de um guia local experiente (nos passeios privados), seguro total durante toda a viagem e, se quiser, um almoço opcional com pratos típicos da região — assim você só precisa curtir, sem se preocupar com nada.
A primeira coisa que lembro foi o silêncio fresco quando entramos na Catedral de Sal de Zipaquirá — parecia que estávamos entrando em outro mundo, lá embaixo da Colômbia. As paredes brilhavam com cristais de sal e nossa guia, Camila, bateu com o dedo para mostrar que era de verdade. Ela contou como os mineiros escavaram esse lugar por séculos, e eu não parava de passar a mão na pedra úmida só para sentir aquela história. O ar tinha um leve cheiro mineral e os ecos nas paredes da capela soavam estranhos. Eu não esperava me sentir tão pequeno ali embaixo.
De volta à luz do dia, passeamos pela cidade de Zipaquirá — crianças jogando bola na praça, senhorzinhos tomando tinto em xícaras pequenas. Comemos umas arepas numa barraquinha na rua (bagunçado, mas delicioso) antes de seguir para o Lago Guatavita. A estrada serpenteava por colinas verdes; cochilei um pouco e acordei quando chegamos à margem do lago. Ele é redondo e incrivelmente calmo, cercado por juncos que balançavam com o vento. Nossa guia começou a contar a lenda de El Dorado — como os chefes Muisca jogavam ouro nessas águas como oferenda. Tentei imaginar aquela cerimônia; difícil não ficar olhando para a água e pensar no que pode estar lá embaixo.
Fizemos uma trilha ao redor do Lago Guatavita, com o sol aparecendo entre as nuvens de vez em quando. O ar cheirava a grama molhada e eucalipto — alguém atrás de mim brincou que dava para engarrafar e vender como perfume colombiano. Tinha passarinhos por todo lado, flashes de amarelo e azul nas árvores. Não sei bem por quê, mas ficar ali ouvindo aquelas histórias me deixou com uma sensação de paz. No caminho de volta pela cidade de Nueva Guatavita (todas as casas brancas com telhados vermelhos), Camila apontou uma padaria onde os moradores juram pelas almojábanas — comprei duas para depois, mas acabei comendo as duas na hora.
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