Você vai explorar as ruas antigas da vila de Lofou com um guia local, provar halloumi fresco direto da chapa, degustar vinhos cipriotas em Omodos e conhecer o lugar onde dizem que Afrodite nasceu. Esse passeio de um dia saindo de Paphos conecta você aos sabores e histórias do Chipre — e pode até fazer você querer ficar tomando café com os moradores.
O tour dura o dia inteiro, com várias paradas em vilas e pontos turísticos antes de voltar para Paphos.
Não há almoço formal incluído, mas você vai provar queijo halloumi e degustar vinhos locais durante as paradas.
Você vai visitar a Rocha de Afrodite (Petra tou Romiou), as vilas de Omodos e Lofou, um mosteiro histórico e uma cachoeira.
Sim, o veículo é equipado com ar-condicionado durante todo o passeio.
Sim, é indicado para todos os níveis de preparo físico e há assentos especiais para bebês.
Sim, um guia local acompanha o grupo e conta histórias sobre cada parada.
Sim, há opções de transporte público perto de algumas paradas.
Sim, animais de serviço são aceitos durante a experiência.
Seu dia inclui transporte com ar-condicionado saindo de Paphos pelas vilas Troodos com um guia local; no caminho você prova queijo halloumi fresco em Lofou e degusta vinhos em Omodos antes de voltar para a cidade.
“Você nunca provou um halloumi de verdade até comer ele quentinho em Lofou,” sorriu nosso guia Andreas enquanto atravessávamos as ruelas estreitas de pedra da vila. E ele estava certo. O queijo chegou à minha mesa ainda fumegando, salgado e macio — uma senhora acenou da porta enquanto comíamos. Não esperava que o café fosse tão forte nem que o ar tivesse aquele cheiro leve de pinho e fumaça de lenha. Sempre tem um cachorro latindo por perto, e os velhinhos sentados nas sombras das portas parecem guardar segredos.
A viagem de Paphos até lá pareceu mais longa do que eu imaginava (talvez porque eu não parava de olhar para as paisagens), até que de repente apareceu a Rocha de Afrodite — com as ondas brancas batendo ao redor. Andreas contou a lenda de novo, mas eu só conseguia olhar a luz refletindo na água. Em Omodos, passeamos por lojinhas de vinho e barracas de renda; quase tropecei num gato que passou correndo entre minhas pernas. Os sinos do mosteiro tocaram bem quando chegamos à praça. Alguém me ofereceu um copinho de vinho tinto — local, com sabor terroso e marcante — e por um instante só se ouviam risadas de uma mesa próxima, num silêncio gostoso.
Não sou muito de tours organizados, mas esse passeio pelas montanhas Troodos teve momentos tão espontâneos — como escorregar nas pedras molhadas perto da cachoeira ou tentar falar “Petra tou Romiou” sem gaguejar — que não pareceu nada ensaiado. A degustação de vinhos foi bem tranquila (sem palestras, só servir e aproveitar), e ninguém nos apressou quando ficamos curtindo a sombra fresca do Mosteiro da Santa Cruz. Sinceramente, ainda lembro daquele primeiro pedaço de queijo e como tudo parecia desacelerar por ali.
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