Você vai subir a Montanha Xianggong para ter uma vista incrível dos picos de Yangshuo, atravessar a antiga Ponte Yulong entre moradores locais e depois deslizar pelo Rio Yulong em um barco de bambu privativo. Prepare-se para momentos de calma: ar fresco no rosto, risadas com seu guia e cenas da vida no vilarejo à beira do rio — esse passeio é para aproveitar devagar, sem pressa.
São cerca de 90 minutos de carro saindo dos hotéis ou estações de Guilin até Yangshuo para esse passeio de um dia.
Sim, o traslado está incluso para hotéis em Guilin ou Yangshuo (e também para aeroporto/estação de trem).
Cada barco de bambu comporta duas pessoas, com limite de peso total de 160KG.
Crianças precisam ter mais de 5 anos para andar no barco de bambu; bebês não são permitidos.
O passeio inclui a subida na Montanha Xianggong, visita à Ponte Yulong e passeio privativo de barco de bambu pelo Rio Yulong.
Não, o almoço não está incluído neste pacote.
Sim, os ingressos para a Montanha Xianggong e para o passeio de barco de bambu estão inclusos.
Será necessário comprar um ingresso extra para outro barco de bambu caso o peso combinado ultrapasse 160KG.
Seu dia inclui traslado privativo do hotel em Guilin ou Yangshuo (ou aeroporto/estação de trem), ingressos para a Montanha Xianggong e um passeio de barco de bambu pelo Rio Yulong, além de um guia local que fala inglês durante todo o passeio — assim você aproveita as vistas sem se preocupar com logística ou idioma, e volta com conforto.
“Você não tem medo de altura, né?” foi o que nosso guia, Li, perguntou enquanto começávamos a subir os degraus da Montanha Xianggong. Eu ri — mais cansado do que corajoso — mas, para ser sincero, não esperava que a subida fosse tão intensa assim. O ar estava pesado, úmido, com um cheiro doce no ar, talvez de osmanthus? No meio do caminho, ouvi um galo cantando lá embaixo e o rio serpenteando pela névoa. Quando finalmente chegamos ao topo, Li sorriu e apontou: todas aquelas formações cársticas afiadas alinhadas como uma pintura. Tentei tirar uma foto, mas não dá para captar direito — é algo que só vendo com os próprios olhos.
A viagem de Yangshuo durou cerca de meia hora (para quem vem de Guilin é um pouco mais), mas parecia que tínhamos chegado a outro mundo quando chegamos à Ponte Yulong. Mulheres idosas vendiam pãezinhos cozidos sob guarda-chuvas desbotados, e crianças se desafiavam a pular das pedras no rio. Li contou que a ponte é da Dinastia Ming e me mostrou como os moradores locais esfregam as mãos numa pedra específica para dar sorte — claro que eu também fiz, mesmo parecendo meio bobo. Não tem nada de turístico aqui; é só gente vivendo seu dia a dia à beira desse “pequeno rio Li”, como chamam o Yulong.
O passeio no barco de bambu é mais tranquilo do que eu imaginava — e isso é ótimo. Só duas pessoas por barco (o limite de peso é real; Li brincou sobre o que eu tinha comido no café), deslizando devagar perto de búfalos d’água e patos que parecem nem ligar para os turistas. O rio tem um cheiro meio verde, se é que isso faz sentido. De vez em quando, a gente passa por um senhor pescando ou um casal lavando verduras na margem. O silêncio é quebrado só pelo som dos remos batendo nos bambus e alguém cantando baixinho rio abaixo. Em um momento, deitei para trás e deixei a mão na água — fria e lisa — pensando como queria que esses dias durassem para sempre.

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