Você vai provar o melhor da comida de rua de Xangai com um guia local, dos bolinhos de sopa ao pão de Xinjiang, passear pelo centro histórico e terminar com um cruzeiro pelo rio Huangpu, vendo o Bund iluminado. Prepare-se para risadas, sabores novos e histórias da cidade que só um local pode contar.
Você vai provar bolinhos de sopa xiaolongbao, bolinhos fritos, macarrão tradicional, pão nang de Xinjiang, espetinhos de cordeiro e uma sobremesa típica.
Sim, após o passeio a pé você embarca num barco para um cruzeiro turístico de 60 minutos pelo rio Huangpu.
Não, não há serviço de busca ou retorno ao hotel; você encontra o guia em um ponto combinado no centro de Xangai.
O tour noturno dura algumas horas, incluindo as paradas para comida, caminhada pelo centro histórico e Bund, além do cruzeiro de 1 hora no rio.
Informe suas restrições alimentares no momento da reserva; alguns pratos podem ser adaptados, mas a maioria contém carne ou produtos de origem animal.
Crianças podem participar acompanhadas por um adulto, mas o passeio não é indicado para bebês ou crianças pequenas devido à distância a pé.
Se seu voo chega após as 15h, não reserve este tour, pois muitas barracas fecham cedo à noite.
Seu passeio inclui degustação guiada de comida de rua (quantidade suficiente para o jantar), todas as bebidas durante as paradas, tour privado a pé pelo centro e bazar histórico, além do ingresso para o cruzeiro de 60 minutos no rio Huangpu. O guia também ajuda a organizar seu transporte de volta.
Confesso que quase desisti deste tour gastronômico noturno em Xangai porque meu estômago ainda estava se adaptando ao fuso horário. Mas a vontade de provar os bolinhos de sopa quentinhos falou mais alto. Nossa guia, Li, nos encontrou perto de um beco iluminado por lanternas — ela sorriu quando perguntei como se diz “obrigado” em mandarim (ainda não consigo falar direito). A primeira parada foi numa lojinha minúscula, onde o vapor embaçava as janelas e o cheiro de vinagre com gengibre já dava o tom antes mesmo de sentarmos. Os xiaolongbao — bolinhos de sopa — eram tão delicados que quase se desfaziam nos meus hashis. Claro que queimei a língua no primeiro, mas valeu muito a pena.
Fomos de barraquinha em barraquinha, provando bolinhos fritos que estalavam ao morder, macarrãozinho com cebolinha, e depois uns pães achatados de Xinjiang, quentinhos e com sabor de castanha. Teve um momento em que a Li me ofereceu um espetinho de cordeiro com cominho e pimenta — não esperava gostar tanto. Ela apontava as antigas casas shikumen escondidas entre lojas iluminadas por neon, contando histórias das famílias que moravam ali muito antes dos arranha-céus. A cidade parecia ter camadas: vozes antigas sob vidro moderno.
O Bund à noite é outra coisa — aqueles prédios coloniais dourados de um lado, o skyline de neon afiado do outro. Entramos no barco para o cruzeiro pelo rio Huangpu justo quando o céu escurecia em um azul quase preto. O ar tinha aquele cheiro de rio, meio metálico, mas também fresco, e as pessoas se inclinavam sobre o parapeito para tirar fotos enquanto a Li apontava qual torre era qual (eu vivia confundindo). Era barulhento e tranquilo ao mesmo tempo. Depois, ela nos ajudou a conseguir um táxi de volta — lembro de pensar que poderia ter caminhado por horas se meus pés não tivessem desistido primeiro.
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