Troque o tédio do aeroporto por ar puro neste tour pela Muralha da China em Mutianyu: carro privado saindo do aeroporto de Pequim, motorista simpático que fala inglês e ajuda com ingressos e horários, além de opções de teleférico ou tobogã. O silêncio lá no alto vai ficar na sua memória muito depois do embarque.
São cerca de 70 km e normalmente leva em torno de 1h30 de carro particular em cada trajeto.
Sim, o transfer inclui os aeroportos Beijing Capital (PEK) e Daxing (PKX).
Sim, você pode subir caminhando ou pegar o teleférico ou o telecadeira; os ingressos são pagos à parte, mas o motorista ajuda na compra.
O motorista fala inglês básico e pode ajudar com logística e dúvidas durante o passeio.
O ingresso para a Muralha de Mutianyu já está incluso no preço do tour.
O horário é flexível; se seu voo atrasar, você pode avisar o motorista para ajustar o horário.
Não, as refeições não estão incluídas, mas há restaurantes perto da Muralha para quem quiser parar (por conta própria).
Sim, crianças até 5 anos não pagam e cadeirinhas para bebês estão disponíveis se solicitadas com antecedência.
Seu dia inclui transfer direto do aeroporto ou hotel em Pequim, veículo privado com ar-condicionado e água mineral, ingresso e passe VIP para a Muralha de Mutianyu, além de jaquetas quentinhas no inverno. O motorista que fala inglês ajuda com ingressos e horários para você voltar ao portão de embarque sem estresse.
Confesso que quase perdi o motorista porque não sabia qual saída usar no PEK — mas o Sr. Zhang mandou uma mensagem dizendo “Sem pressa, estou aqui.” Esse pequeno gesto de paciência já me fez sentir menos um turista perdido e mais alguém sendo cuidado. O carro estava impecável e tinha água mineral esperando por mim (não fazia ideia do quanto ia precisar depois). Saímos do aeroporto naquela luz cinza estranha da manhã, e a cidade logo ficou para trás — de repente, só havia colinas e vilarejos com lanternas vermelhas ainda penduradas nas portas.
A viagem até a Muralha em Mutianyu durou cerca de 90 minutos. O Sr. Zhang apontou quando passamos pela cidade de Bohai — contou que a avó dele vendia pêssegos na beira da estrada no verão. Curti esse detalhe por algum motivo. Quando chegamos, ele explicou minhas opções: subir a pé (não, obrigado), pegar o teleférico (sim) ou subir de teleférico e descer de tobogã (tentador). Ele até me ajudou a comprar os ingressos, já que meu mandarim é... digamos que o Li da bilheteria deu risada da minha pronúncia. O ar lá em cima era cortante e frio, com cheiro de pinho e pedras antigas. Tinha pouca gente — só algumas famílias locais dividindo lanches nos degraus.
Andei pela muralha por uns 60 minutos, parando a cada torre para recuperar o fôlego ou admirar os vales verdes que pareciam não ter fim. Minhas mãos ficaram dormentes segurando as pedras ásperas (eles emprestam jaquetas se você pedir). É difícil explicar, mas estar ali — vento no rosto, ouvindo só o som distante dos pássaros e o barulho das botas no chão — faz você esquecer de aeroportos e horários por um instante. Até lembrar que tem voo pra pegar e descer correndo (peguei o teleférico de novo; sem arrependimentos).
Na volta, o Sr. Zhang ofereceu parar para comer perto de Mutianyu, mas não estava com fome — talvez nervoso antes do voo. Ele disse que na próxima eu devia experimentar o yangrou chuanr (espetinho de cordeiro) ali perto. Chegamos no aeroporto na hora certinha; ele até me acompanhou até a segurança para garantir que eu não me perdesse de novo. Ainda penso naquela vista da Torre 14 quando tudo fica corrido.
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