Você vai explorar templos antigos cheios de incenso, subir a Montanha Baiyun para respirar um ar fresco longe do agito, provar o verdadeiro dim sum cantonês onde os locais comem e conhecer o dia a dia dos bairros antigos. Com transporte do hotel e roteiro flexível guiado por um local, você vai se sentir acolhido e surpreendido — talvez até inspirado por algo simples como servir chá do jeito certo.
O tour padrão dura 7 horas com transporte do hotel incluído; também há opções de meio período (4-5 horas).
O almoço em uma casa de chá local faz parte da experiência, mas o custo da comida é à parte, conforme o que você pedir.
Sim, você pode escolher 4 a 5 lugares entre opções como Montanha Baiyun, Memorial Sun Yat-Sen, Templo das Seis Figueiras e outros para montar seu roteiro personalizado.
Sim, o transporte privado em veículo com ar-condicionado e motorista está incluído durante todo o passeio.
Sim, um guia local fluente em inglês acompanhará você o dia todo.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê podem ser acomodados e cadeirinhas infantis estão disponíveis se precisar.
Não estão incluídas as entradas; verifique diretamente se algum ingresso é necessário para os lugares que escolher visitar.
Seu dia inclui transporte do hotel no centro de Guangzhou, acompanhamento completo de um guia local que fala inglês e ajuda a personalizar as paradas, transporte privado em veículo com ar-condicionado e motorista profissional — além de bastante tempo para um almoço tradicional dim sum numa casa de chá local antes do retorno.
Já estávamos no carro há uns vinte minutos quando nosso guia, Li, começou a contar sobre a Montanha Baiyun — ou Montanha das Nuvens Brancas. Eu ainda estava meio sonolento por causa do jet lag, mas o ar lá em cima realmente é diferente. É mais fresco que o centro da cidade, e em vez do barulho dos carros, só se ouvem os pássaros. Pegamos um daqueles carrinhos elétricos até a praça do pico (Li chamou de “os pulmões da cidade”, e fez todo sentido quando vimos tanto verde). Tinha gente local fazendo tai chi e uns senhores jogando peteca — tentei entrar no jogo, mas perdi o chute feio. Eles riram e me chamaram pra jogar mesmo assim.
Depois fomos ao Templo das Seis Figueiras. É difícil explicar a sensação de estar ali dentro — incenso por toda parte, uma névoa que deixa a luz do sol suave ao redor das grandes estátuas de Buda. Li explicou como o budismo chegou aqui da Índia há muito tempo. Tentei prestar atenção, mas me distraí com o canto de um monge ecoando pelas paredes de pedra. Tem uma pagoda que inclina só um pouquinho; dizem que todo mundo tira foto do ângulo certo pra não parecer.
O almoço foi numa casa de chá onde ninguém falava inglês além da Li, o que eu gostei — parecia mais autêntico. Pedimos uma porção exagerada de coisas (foi sugestão dela), incluindo uns rolinhos de arroz vermelho com camarão que até hoje não saem da minha cabeça. A etiqueta do chá ali é coisa séria; quase derramei o meu e uma senhora na mesa ao lado me corrigiu com um sorriso e um balançar de cabeça. Você sabe que está longe de casa quando até servir chá vira uma arte.
Depois passeamos pela comunidade Xiguan Old House — vielas estreitas com portas de correr de madeira e prédios qilou que parecem cenário de filme preto e branco. Tinha gente jogando mahjong na rua, batendo as peças com tanta força que o som ecoava pelas paredes. No Parque Lychee Bay, um grupo cantava ópera cantonesa com figurino completo só por diversão; sem palco, só bancos sob as árvores banyan. A música se espalhava pelos canais de água e se misturava com o cheiro de castanhas assando perto dali — fumaça doce por todo lado.
Eu não esperava que Guangzhou fosse tão cheia de camadas: arranha-céus ao lado de bairros antigos, silêncio na Montanha Baiyun depois de tanto barulho da cidade. Nosso tour privado pela cidade parecia uma viagem no tempo a cada hora — nem sempre suave, mas nunca entediante.
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