Você vai ver o cotidiano de Santiago, desde parques cheios de pássaros até vistas panorâmicas lá do alto do Cerro San Cristóbal. Com viagens ilimitadas no teleférico, funicular e ônibus hop on hop off por dois dias, dá pra explorar praças, mercados e bairros no seu ritmo — e quem sabe encontrar seu cantinho favorito pelo caminho.
O ingresso é válido por dois dias consecutivos.
Sim, são viagens ilimitadas nos dois durante dois dias consecutivos (terça a domingo).
A rota começa no shopping Parque Arauco, mas você pode embarcar em qualquer ponto.
Não operam às segundas-feiras.
Não inclui busca no hotel; você pode embarcar em qualquer ponto oficial, como o Parque Arauco.
Sim, bebês podem ir no carrinho, mas precisam ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Principais paradas: Parque Bicentenário, Cerro San Cristóbal, Cerro Santa Lucía, Palacio de la Moneda, Plaza de Armas, Costanera Center e bairro Bellavista.
O passeio é adequado para todos os níveis de mobilidade, mas algumas áreas, como os morros, têm degraus e terrenos irregulares.
Seu passe inclui viagens ilimitadas nos ônibus hop on hop off de Santiago, além de todos os ingressos para teleférico e funicular no Parque Metropolitano por dois dias consecutivos (terça a domingo). Você também terá acesso aos ônibus panorâmicos dentro do Parquemet para explorar cada cantinho sem pressa ou custos extras.
Confesso que achei que dois dias seriam demais para um passeio de ônibus hop on hop off em Santiago — mas me enganei. Começamos no Parque Arauco, que é muito mais que um shopping (o cheiro de pão fresquinho da padaria já me conquistou na entrada). O ar da manhã estava fresco e já tinha gente passeando com seus cachorros no parque ao lado. No balcão de informações, nossa guia entregou os ingressos e avisou que poderíamos usar o teleférico e o funicular à vontade — “Só não esqueçam de pegar a última viagem antes das quatro!” disse, rindo como se soubesse que eu ia esquecer. E não estava errada.
O Parque Bicentenário foi uma surpresa — flamingos na lagoa, crianças alimentando cisnes, casais estirados na grama. Tinha um senhor desenhando o skyline com um lápis curto; ele acenou quando tentei espiar por cima do ombro. Depois pegamos o ônibus turístico de volta rumo ao Cerro San Cristóbal. A subida no teleférico foi devagar, do jeito que eu gosto — aquela pausa silenciosa acima do barulho da cidade, só vento e uma música distante lá embaixo. No topo, Santiago parecia não ter fim sob aquele céu azul clarinho. Meu parceiro tentou contar quantos bairros dava pra ver; desistimos depois de dez.
O funicular rangia descendo pelo Parquemet e nos deixou perto do Bellavista — paredes coloridas, arte de rua por todo lado, cheiro de carne assada misturado com fumaça de carro. Mais tarde, fomos até o Cerro Santa Lucía; quase escorreguei naquelas escadas de pedra antigas (cuidado se tiver chovido). Já com os pés cansados, não quis perder o Palacio de la Moneda nem a Plaza de Armas — tem algo especial em ver os locais vivendo seu dia a dia nesses espaços históricos que faz você se sentir parte da cidade por um instante. Paramos para comer empanadas num lugar minúsculo com cadeiras de plástico; melhor escolha do dia.
No segundo dia, já pegamos o ritmo — descíamos onde a gente queria (Costanera Center para um café e aquela vista louca do Sky Costanera), ficávamos mais tempo em lugares como Lastarria, onde artistas montam suas barracas na calçada. A liberdade de ir no nosso tempo fez toda a diferença. Se for fazer esse passeio de ônibus turístico em Santiago, não se preocupe em ver tudo perfeito — às vezes é melhor deixar a cidade te levar entre uma parada e outra.

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