Você vai embarcar num shuttle guiado do centro de Victoria direto para Butchart Gardens — com entrada rápida se comprar o ingresso no check-in — e passar horas explorando jardins temáticos, lagoas de lírios e até um carrossel, se quiser se divertir. O retorno flexível permite ficar o tempo que quiser antes de voltar para a cidade sem complicação.
Quase perdi o shuttle porque fiquei parado vendo um músico tocando violino na frente do Empress Hotel. Acabei correndo o último quarteirão, com café quase derramando, mas o motorista só sorriu e acenou. Ele gritou: “Sem pressa, estamos em Victoria!” e, sinceramente, isso já definiu o clima da viagem. A viagem até Butchart Gardens durou uns 35 minutos — tempo suficiente para o guia contar histórias sobre a antiga pedreira de calcário (eu nem sabia que aquele lugar já foi uma área industrial) e mostrar manchas de flores silvestres ao longo da estrada. O ar tinha um leve cheiro de sal vindo do porto ao sairmos da cidade. Fiquei pensando como o ambiente é diferente de Vancouver, de um jeito mais suave.
Quando chegamos, já tinha fila na entrada principal, mas como comprei meu ingresso no quiosque na hora do check-in, só entrei direto. Esse detalhe me salvou uns vinte minutos — vale muito se você também não gosta de ficar esperando. Dentro do Butchart Gardens... é difícil explicar sem parecer propaganda, mas tem um momento em que você entra no Sunken Garden e tudo fica silencioso, só se ouve risadas ao longe e o farfalhar dos pássaros nas árvores enormes. O ar perto das rosas tem um cheiro doce. Tentei falar “peônia” em francês (pivoine?) com um jardineiro que aparava as cercas — ele sorriu educado, mas acho que falei errado.
Me perdi dos caminhos mais de uma vez e acabei na frente do carrossel antigo (o Rose Carousel), vendo crianças discutindo qual bicho montar. Tem algo reconfortante em ver famílias de vários lugares simplesmente existindo ali, rodeadas por tantas flores. Comi um sanduíche num dos cafés — nada sofisticado, mas sentado ao ar livre, debaixo daqueles vasos pendurados, tudo ficou mais gostoso. As três horas passaram voando; na real, dá pra ficar mais tempo se você curte plantas ou fotografia. Os shuttles de volta rodam a cada hora no verão, então não precisa se preocupar em perder o transporte de volta ao centro. Na saída, comprei um biscoito de lavanda na lojinha — vicia, até hoje lembro da textura crocante.
O shuttle leva cerca de 35 minutos em cada trecho entre o centro de Victoria e Butchart Gardens.
Não, o ingresso não está incluído, mas você pode comprar na hora do check-in para entrar mais rápido ao chegar.
Sim, de junho a setembro os shuttles voltam a cada hora por ordem de chegada; nos outros meses, o retorno é fixo a cada 3 horas.
Sim, tanto o shuttle quanto Butchart Gardens são acessíveis para cadeirantes; avise ao reservar se precisar.
Sim, bebês e crianças são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos no shuttle.
Sim, animais de serviço são aceitos tanto no transporte quanto dentro de Butchart Gardens.
Se não precisar de ajuda para embarcar e não estiver totalmente dependente da cadeira, ela pode ser guardada como bagagem no ônibus.
Sim, há opções de transporte público perto dos pontos de embarque e desembarque no centro de Victoria.
Seu dia inclui transporte guiado ida e volta entre o centro de Victoria e Butchart Gardens, com retornos flexíveis a cada hora no verão ou horários fixos na baixa temporada; ingresso pode ser comprado no check-in para entrar mais rápido e começar a explorar sem filas.
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