Voe de hidroavião do centro de Vancouver até Victoria, vendo a cidade e o mar se misturarem lá embaixo. Ao chegar no porto de Victoria, embarque em um passeio guiado de observação de baleias pelo Estreito de Haro—fique de olho nas orcas e nos leões-marinhos! Com voos de ida e volta incluídos e guias locais que entendem tudo, é um dia cheio de momentos incríveis e uma paz inesperada.
O voo dura cerca de 35 minutos em cada trecho, entre o Vancouver Harbour Flight Centre e o Inner Harbour de Victoria.
Sim, após chegar em Victoria, há um passeio de observação de baleias de 3 horas pelo Estreito de Haro.
Não é necessário transfer separado—os terminais ficam no centro, tudo é acessível a pé nas áreas centrais das cidades.
Você pode avistar orcas, baleias-jubarte, leões-marinhos, focas e águias-carecas durante o passeio.
Não, as refeições não estão inclusas; você terá tempo livre entre os voos e o passeio para comer em Victoria, se quiser.
Crianças devem estar acompanhadas por um adulto; os passeios de zodiac exigem que tenham pelo menos 6 anos e 1,20m de altura.
O tour não é acessível para pessoas com deficiência; os passageiros precisam conseguir entrar e sair da aeronave com pouca ajuda.
Use roupas quentes em camadas—um fleece ou suéter é recomendado mesmo no verão por causa do vento frio sobre a água.
Seu dia inclui voos panorâmicos de hidroavião ida e volta entre Vancouver e Victoria com compensação de carbono, além de um passeio guiado de observação de baleias de três horas pelo Estreito de Haro—todos os impostos e taxas de sustentabilidade já estão inclusos para você só curtir.
O que mais me marcou foi o vento batendo forte quando pisamos na plataforma flutuante do porto de Vancouver. O hidroavião parecia menor do que eu imaginava, e alguém atrás de mim brincou dizendo que íamos “voar como um salmão”. Nosso piloto—acho que o nome dele era Sam—deu um aceno rápido antes de entrarmos. Trinta e cinco minutos depois, estávamos deslizando sobre o Estreito de Georgia, com a cidade ficando cada vez menor atrás da gente e as ilhas espalhadas como peças de quebra-cabeça lá embaixo. O barulho é alto, mas a gente se acostuma. Encostei a testa no vidro e tentei absorver cada pedaço da costa antes de pousarmos no Inner Harbour de Victoria.
Victoria cheirava a sal e café quando aterrissamos. Tínhamos tempo só para passar por alguns artistas de rua (um cara tocando violino de bermuda) antes de encontrar o pessoal do passeio de observação de baleias na Orca Spirit Adventures. O barco era mais robusto do que eu esperava—com cobertura e quentinho por dentro, mesmo com o vento cortante lá fora que fazia meus olhos lacrimejarem. A guia, Jen, distribuiu jaquetas extras e indicou os melhores lugares para ficar. Ela sabia tudo: os nomes dos grupos de orcas, as águias-carecas voando por cima, até quais leões-marinhos eram os mais frequentes no Estreito de Haro. Quando alguém gritou “lá!” e todo mundo correu para um lado, confesso que meu coração acelerou. Ver a barbatana de uma orca cortando aquela água cinza… não tem comparação com vidro de aquário.
Ainda penso naquele momento—o silêncio depois da emoção, só o som das ondas e todo mundo ali, meio em reverência. No voo de volta para Vancouver (outro hidroavião; dessa vez sentei na janela voltada para o oeste), me peguei sorrindo sem motivo. Não é todo dia que você voa entre cidades pelo céu e pela água só para caçar baleias por uma tarde. Se for, leve roupas em camadas—mesmo no verão—e deixe espaço para surpresas que você nem imaginava.

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