Você vai navegar num catamarã de dois andares passando por ícones de Vancouver como Stanley Park, Granville Island e Lions Gate Bridge, enquanto o guia local conta histórias que você não encontra em folhetos. Sinta o vento do mar no rosto ou se aconchegue no deck inferior com uma bebida — de qualquer jeito, vai ver Vancouver com outros olhos.
O trajeto tem cerca de 20 km e dura entre 1h30 e 2h, dependendo do clima.
Sim, há narração ao vivo durante todo o passeio feita por um guia local experiente.
Você vai passar por False Creek, Granville Island, English Bay, Stanley Park, Siwash Rock, Lions Gate Bridge, Bowen Island e outros.
Sim, há snacks e bebidas à venda no bar durante o passeio.
Sim, há banheiro disponível para os passageiros a bordo.
O deck inferior tem assentos cobertos com janelas panorâmicas, perfeito para dias chuvosos.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos são permitidos, mas bebês devem ficar no colo de um adulto.
O passeio inclui narração ao vivo do guia local enquanto você navega pelos principais pontos turísticos de Vancouver em um catamarã de dois andares; taxas e impostos estão inclusos; snacks e bebidas podem ser comprados no bar; além disso, há banheiro a bordo para sua comodidade.
Confesso que no começo fiquei meio desconfiado com essa ideia de “passeio turístico de barco”. Mas aí saímos deslizando por False Creek e, de repente, a cidade ganhou outro charme. Nosso guia (acho que o nome dele era Mark? Ou Mike — sou péssimo com nomes) começou a mostrar detalhes que eu jamais teria reparado: os antigos rebocadores, o jeito que os condomínios pegam a luz da manhã. Tinha até um cheirinho de café vindo da garrafa térmica de alguém perto, misturado com o ar fresco do mar. Foi até aconchegante.
Navegamos perto de Granville Island — dava pra ver o movimento no mercado mesmo de longe — e depois passamos por baixo da ponte Burrard Street. O motor fazia um ronronar suave lá embaixo. Quando chegamos na English Bay, umas crianças no deck de cima começaram a acenar para os praticantes de stand-up paddle (que retribuíram, e isso me fez rir). O guia contou a história da Siwash Rock e o significado dela para os povos indígenas locais; não esperava me emocionar com uma pedra, mas aconteceu.
Stanley Park parecia selvagem visto dali — não só um pedaço de verde, mas quase uma ilha. Tinha tanta gente andando de bike e patins pela orla que perdi a conta depois de dez. Passar por baixo da Lions Gate Bridge foi surreal; ela parece muito maior quando você está bem embaixo. Mark/Mike falou da família que construiu a ponte — parece que tem até um drama aí, mas ele só sorriu e disse “essa é história pra outra hora”. No caminho de volta para English Bay, nuvens começaram a cobrir as montanhas da North Shore. O ar ficou mais frio, mas ninguém se importou. Alguém comprou batata chips no bar de baixo e dava pra ouvir as gaivotas brigando lá em cima. Até hoje essa paisagem fica na minha cabeça.

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