Você vai explorar as ruas mais antigas de Quebec City com um guia local animado, provando petiscos regionais e saboreando cidra pelo caminho. Prepare-se para histórias de colonizadores e freiras, momentos de silêncio em catedrais grandiosas e algumas surpresas no trajeto. Venha com fome de história e de comida — vai sair com muito mais do que esperava.
Sim, várias degustações de produtos locais fazem parte do roteiro.
Sim, o passeio acontece em qualquer condição climática — só vista roupas adequadas.
Sim, algumas degustações incluem bebidas alcoólicas como cidra.
As distâncias são moderadas; é importante ter preparo básico para caminhar entre os locais históricos.
Sim, crianças são bem-vindas, desde que acompanhadas por um adulto.
Sim, você vai entrar em lugares como a Basílica-Catedral Notre-Dame de Québec e pátios históricos durante o passeio.
Não há busca no hotel; o encontro com o guia é em um ponto central na cidade de Quebec.
Informe alergias ou intolerâncias após a reserva — eles fazem o possível para adaptar as degustações.
Seu dia inclui todos os impostos e taxas, passeios guiados pelos bairros históricos, entrada em locais selecionados como a Basílica-Catedral Notre-Dame de Québec e pátios escondidos, além de várias degustações — pense em queijos, cidra, doces — tudo conduzido por um guia local profissional que mantém o clima animado, faça sol ou chuva.
Eu não esperava sentir tanta curiosidade só de estar no Porto de Quebec, mas algo no ar do rio (um pouco salgado, um pouco de fumaça de madeira) me fez querer saber o que havia por trás daqueles muros de pedra. Nosso guia — vestido como alguém direto da Nova França — começou contando uma história sobre a família Hébert que me fez rir, mesmo sem entender tudo na primeira vez. Ele tinha um jeito de apontar detalhes que eu jamais notaria sozinho: os sulcos nas pedras do calçamento, a tinta azul desbotada numa porta antiga. Passeamos por pátios que cheiravam levemente a chuva e pão, e eu não parava de pensar na quantidade de história que cabe nessas ruas estreitas.
Parar na Basílica-Catedral Notre-Dame de Québec foi mais impactante do que eu imaginava. Os sinos ecoavam nas pedras e havia um silêncio respeitoso lá dentro — mesmo com turistas andando por ali. Depois veio a primeira degustação (não sei bem o que eu esperava — queijo? algo com maple?) e era um queijo local bem marcante com uma fatia de maçã. Simples, mas perfeito depois de tanto andar. O guia nos contou sobre as Ursulinas e a escola para meninas; tentei imaginar como era aqui séculos atrás, o que é mais difícil do que parece quando alguém te oferece cidra num copinho.
O Morrin Center me surpreendeu — livros em inglês numa cidade que parece tão francesa — e nosso grupo ficou mais tempo do que o previsto porque alguém quis saber das antigas celas da prisão lá embaixo (o guia sorriu e disse que poderíamos voltar para isso). Quando chegamos ao Dufferin Terrace, crianças corriam e músicos de rua tocavam algo animado. A vista para o Rio São Lourenço fica marcada na memória — ainda penso naquela luz no telhado do Château Frontenac. Terminamos no Au 1884 com uma sobremesa (não vou estragar a surpresa), pernas cansadas, mas felizes.

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