Deslize silenciosamente pelos pontos turísticos de Montreal em um passeio de barco elétrico com bebidas à venda a bordo. Ouça histórias reais do seu guia local enquanto passa pelo Habitat 67, Canal Lachine e Ponte Jacques Cartier. É tranquilo, animado e uma forma nova de ver lugares conhecidos, com vários momentos especiais para guardar na memória muito depois do passeio.
Não, o traslado do hotel não está incluído, mas há opções de transporte público próximas.
As bebidas podem ser compradas a bordo durante o passeio.
O roteiro passa pelos principais pontos do Vieux-Port, Canal Lachine e atrações como Habitat 67 e Ponte Jacques Cartier.
Sim, é adequado para todas as idades e níveis de condicionamento físico.
O guia certificado fala inglês (e frequentemente francês) durante o passeio.
O passeio parte próximo ao Vieux-Port de Montreal; detalhes são enviados após a reserva.
Seu dia inclui um passeio guiado de barco elétrico pelos canais históricos de Montreal, com um capitão local certificado que conta histórias ao longo do trajeto. O GST está incluído no preço do ingresso. Você pode comprar bebidas a bordo enquanto aprecia vistas de pontos como Habitat 67 e Ponte Jacques Cartier antes de voltar para a margem — o transporte público facilita o acesso.
"Você sabia que aquele prédio já foi um armazém de grãos?" perguntou nosso guia, apontando para um antigo galpão de pedra enquanto navegávamos pelo Vieux-Port. Eu nunca tinha pensado em Montreal a partir da água — tudo parece diferente quando você não está desviando do trânsito ou de cones de obra. O barco elétrico mal fazia barulho, só o suave splash na água, e eu ficava reparando nos detalhes: o cheiro do vento misturando o rio com um doce vindo de uma padaria próxima, ou as pessoas acenando para a gente das margens, como se fôssemos celebridades (ou talvez só uns esquisitos numa tarde de terça-feira).
O capitão — Jean-Luc, que parecia pilotar barcos desde a Expo 67 — contou histórias sobre o Habitat 67 e o Canal Lachine que você não encontra nos guias turísticos. Ele tinha um jeito de pausar no meio da frase pra você realmente enxergar o que ele estava falando. Passamos por baixo da Ponte Jacques Cartier bem na hora que um trem passou por cima; confesso que pulei um pouco, mas ninguém mais pareceu se importar. Alguém pediu uma bebida (acho que era cidra local) e, de repente, parecia menos um passeio e mais um encontro de amigos num barco particular.
Não esperava me sentir tão relaxado — normalmente fico checando o celular ou pensando no que vem depois. Aqui, era só céu, água e o murmúrio baixo das conversas. O Courant Sainte-Marie foi mais rápido do que eu imaginava; Jean-Luc sorriu quando chegamos naquela parte (“Segura o chapéu!”). Quando voltamos para a Torre do Relógio, as luzes da cidade começavam a acender. Tem algo em ver Montreal refletida no rio que fica na memória — às vezes ainda lembro dessa vista quando estou preso no trânsito da Saint-Laurent.

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