Você vai rodar por Siem Reap de tuk-tuk com um guia local, provar lort cha na cozinha de uma família, experimentar caracóis grelhados e até insetos no mercado noturno da Rua 60, e terminar com cervejas geladas num bar descontraído. Risadas, sabores inesperados e um pedaço real da vida noturna cambojana te esperam.
O passeio começa com busca no hotel às 17h.
Sim, o transporte de tuk-tuk está incluído durante toda a noite.
Sim, opções vegetarianas estão disponíveis se você pedir no momento da reserva.
O tour inclui cinco paradas para degustação em Siem Reap.
Sim, a busca e o retorno ao hotel estão inclusos no preço.
Sim, você poderá experimentar caracóis grelhados e insetos no mercado da Rua 60, se quiser.
Sim, o guia fala inglês e compartilha curiosidades sobre a cultura alimentar do Camboja.
O passeio vai das 17h até por volta das 21h.
Sua noite inclui busca no hotel de tuk-tuk, todo transporte entre cinco paradas para degustação em Siem Reap com um guia que fala inglês. Você recebe água mineral durante o passeio e prova vários pratos locais — lort cha, rolinhos primavera, caracóis grelhados e insetos para os mais corajosos — e termina com bebidas geladas no Long’s Bar antes de voltar para o hotel.
Entramos no tuk-tuk justo quando o céu começava a refrescar, aquele calor pegajoso dando lugar a algo quase agradável. Nosso guia, Dara, sorriu e nos entregou água mineral — disse que íamos precisar. A primeira parada foi na casa de uma família para provar o lort cha, um macarrão frito. Vi a tia mexendo o macarrão de arroz na wok tão rápido que o óleo chiar; ela me deixou tentar (fui péssimo), mas o sabor ficou defumado e doce mesmo assim. Lá fora, as scooters passavam zumbindo, mas dentro só se ouvia o barulho dos hashis e o Dara contando como cresceu comendo isso depois da escola.
Depois, passeamos pelo Made in Cambodia Market — confesso que me distraí com os lenços de seda e as joias. As cores explodiam sob aquelas lâmpadas amarelas, e um garoto que vendia pulseiras tentou me ensinar a dizer “obrigado” em Khmer. Acho que estraguei, mas ele riu mesmo assim. Em seguida, entramos num restaurante pequeno onde pratos de frutas e rolinhos primavera apareciam sem parar. Os caracóis grelhados estavam meio borrachudos (não é minha praia), mas mesmo assim peguei outro quando o Dara ofereceu — o molho era picante, azedinho e viciante.
A Rua 60 à noite é uma bagunça deliciosa: música distante, famílias esticadas em esteiras na calçada, fumaça subindo das grelhas de frango. Sentamos de pernas cruzadas com bebidas geladas enquanto Dara nos desafiava a provar grilos fritos. Eu encarei — crocantes, salgados, muito menos assustadores do que eu imaginava (mas não me peça pra repetir). Comer com as mãos aqui tem um jeito de deixar tudo mais informal — como se você fizesse parte da festa por um tempo.
A última parada foi no Long’s Bar — algumas cervejas numa mesa meio grudenta, ventiladores girando no teto, todo mundo falando ao mesmo tempo sobre o petisco favorito da noite. Nada chique ou ensaiado; só gente de verdade compartilhando comida até você esquecer as horas. Até hoje lembro daqueles noodles quando sinto cheiro de alho fritando em casa.
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