Vivencie a história mais difícil do Camboja nos Campos de Extermínio de Choeung Ek e no Museu do Genocídio Tuol Sleng neste passeio de um dia saindo de Phnom Penh, com transporte e guia local. Prepare-se para momentos de silêncio, relatos pessoais e tempo para reflexão — não é um passeio comum, mas uma experiência que fica para sempre.
Choeung Ek fica a cerca de 14 km ao sul do centro de Phnom Penh.
Sim, o traslado do hotel está incluído para todos os hóspedes em Phnom Penh.
O passeio completo dura cerca de meio dia, incluindo o transporte entre os locais.
Sim, o passeio é conduzido por um guia profissional que fala inglês fluentemente.
Sim, tanto o transporte quanto as atrações são acessíveis para cadeirantes.
Bebês são permitidos, mas devem ficar no colo de um adulto; assentos para bebês estão disponíveis se necessário.
Você vai conhecer antigas celas e exposições que documentam a história do Camboja entre 1975 e 1979.
Sim, há opções de transporte público próximas a ambos os locais.
O seu dia inclui transporte com ar-condicionado e água gelada, retirada no hotel em Phnom Penh, entrada no Centro Genocida de Choeung Ek e no Museu do Genocídio Tuol Sleng (S-21), além de um guia profissional em inglês que compartilha relatos pessoais antes de levá-lo de volta com segurança ao seu hotel ou pousada.
Já estávamos a caminho para fora de Phnom Penh quando nosso guia, Dara, começou a compartilhar suas lembranças de infância — de forma calma, quase como se falasse consigo mesmo. O barulho da cidade ficou para trás e o ar mudou; havia um calor pegajoso e um silêncio estranho quando chegamos a Choeung Ek. Lembro do som do cascalho sob meus pés e da brisa passando por aquelas árvores antigas. Dara não nos apressou — ele deixou que ficássemos ali um tempo, olhando para a estupa cheia de crânios. É difícil explicar o peso daquele silêncio, mas não era vazio. Curiosamente, havia borboletas por toda parte.
Eu já tinha lido sobre os Campos de Extermínio, mas estar lá é outra coisa. Dara apontou pequenos pedaços de roupa meio enterrados na terra — disse que, depois da chuva, às vezes aparecem novos fragmentos. Me peguei olhando muito para os meus pés. O caminho de volta para Phnom Penh foi silencioso, exceto pelas perguntas que Dara respondia (alguém perguntou se ele já traz a família para cá — ele balançou a cabeça). Depois paramos no Museu do Genocídio Tuol Sleng. O prédio ainda parece uma escola por fora, mas por dentro são pisos de azulejo e camas de metal com correntes. Tem um cheiro — talvez de papel antigo? Ou só poeira e sol no concreto.
Fiquei pensando nas fotos que cobrem as paredes — rostos que parecem olhar direto para você, alguns desafiadores, a maioria cansados ou assustados. Dara contou histórias sobre alguns deles; em um momento, ele até parou porque esqueceu as palavras em inglês e apenas balançou a cabeça. Acho que todo mundo sentiu o peso daquelas vidas interrompidas bem ali onde estávamos. Você pode perguntar o que quiser durante o passeio; Dara foi aberto, mas nunca forçou detalhes se você preferisse não ouvir.
Até hoje lembro daquele instante numa das salas vazias, onde a luz do sol entrava pelas janelas quebradas e fazia padrões estranhos no chão. Não é um passeio fácil saindo de Phnom Penh — quero dizer, ele fica com você — mas fico feliz que fizemos juntos. Tem algo muito sincero em conhecer esses lugares com alguém que viveu aqueles anos.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?