Você vai andar no divertido bamboo train de Battambang pelos campos verdes, subir os degraus do templo Wat Banan quase sem ninguém por perto e assistir milhões de morcegos saindo ao entardecer. Com um guia local cuidando do transporte e contando histórias, você vai viver momentos de admiração silenciosa (e umas boas risadas) que ficam na memória muito depois da viagem.
O passeio dura o dia todo, com transporte ida e volta incluso.
Sim, o transporte para buscar e levar você no hotel em Siem Reap está incluso.
Não, todas as entradas estão incluídas no passeio.
Não está incluso; recomendamos levar lanches ou comprar no local.
Não, fora dos feriados locais o templo costuma estar bem tranquilo.
Os morcegos começam a sair por volta das 17h, no pôr do sol.
O passeio é para todos os níveis de preparo físico, mas não é recomendado para bebês sem supervisão.
Sim, um guia local acompanha você durante toda a visita em Battambang.
O dia inclui transporte privado com ar-condicionado, busca e retorno no hotel em Siem Reap, entradas para todos os locais como Bamboo Train e templo Wat Banan, água e toalhas refrescantes, além de um guia local simpático que conta histórias durante o trajeto.
Mal saímos de Siem Reap, nosso motorista já nos entregou água gelada com um sorriso — “Hoje é dia de Battambang!” A estrada passou rápido, cheia de scooters e aquelas lonas azuis vibrantes cobrindo as barracas à beira do caminho. Eu não fazia ideia do que esperar desse passeio de um dia em Battambang, só sabia que todo mundo falava do bamboo train. E é exatamente o que parece: uma plataforma de bambu sobre rodas, balançando nos trilhos antigos entre os arrozais. Nosso guia, Dara, riu quando a gente se segurou firme no primeiro solavanco. O vento trouxe aquele cheiro de terra molhada depois da chuva — não sei se tinha chovido ou se é só o cheiro da manhã no Camboja.
A próxima parada foi o templo Wat Banan. Dara contou que ele é mais antigo que Angkor Wat, mas muito mais tranquilo — e ele não estava exagerando; quase não tinha ninguém além de duas crianças vendendo flores de lótus na base dos 365 degraus. Perdi a conta no meio da subida (não me julgue), mas chegar lá no topo valeu cada passo. As pedras estavam quentinhas nas minhas mãos e a vista para o rio Sanker me fez ficar ali parado por um tempo, quase sem falar. Tem algo em templos antigos que faz a gente sussurrar, mesmo sem ninguém por perto.
Depois seguimos para Phnom Sampeau, onde visitamos a Caverna da Morte e esperamos perto da entrada da caverna dos morcegos enquanto o entardecer chegava. Os moradores locais também se juntaram — uns com lanchinhos, outros só conversando baixinho. De repente, milhões de morcegos começaram a sair em uma faixa preta selvagem pelo céu. Parecia que não acabava mais; confesso que achei que o Dara estava exagerando na quantidade, mas não... ele só sorriu e disse “toda noite é assim.” Até hoje lembro daquele som — um vento suave misturado com o bater das pequenas asas.
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