Você vai sentir a expectativa antes do amanhecer em Angkor Wat, ver a luz do sol invadir pedras milenares, ouvir histórias do seu guia local enquanto explora os rostos sorridentes do Bayon e as árvores entrelaçadas de Ta Prohm, e terminar o dia cansado e maravilhado com a história viva do Camboja.
O tour começa bem cedo; o transfer sai antes do amanhecer para você chegar a tempo do nascer do sol em Angkor Wat.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel em Siem Reap está incluído na sua reserva.
O tour inclui Angkor Wat, Angkor Thom (com Bayon), Baphuon, Recinto Real, Terraça dos Elefantes, Terraça do Rei Leproso, Ta Prohm, Ta Nei e Banteay Kdei.
O trajeto do centro de Siem Reap até Angkor Wat costuma levar entre 15 e 20 minutos de carro ou tuk-tuk.
Não há almoço tradicional incluso; porém, água gelada e toalhas são fornecidas durante o dia.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos e assentos especiais para bebês estão disponíveis.
Sim, um guia licenciado e profissional que fala inglês acompanha seu tour privado.
Leve calçados confortáveis (eles vão sujar), protetor solar, câmera ou celular para fotos e, se quiser, alguns lanchinhos para o caminho.
Seu dia privado inclui transfer de ida e volta do hotel em Siem Reap (basta informar os dados do hotel ao reservar), todos os deslocamentos em veículo com ar-condicionado ou tuk-tuk, conforme sua escolha, um guia licenciado que fala inglês e conhece tudo (além de fornecer água gelada e toalhas durante o percurso), e todas as taxas e serviços para você curtir as maravilhas antigas do Camboja sem se preocupar com nada.
Jamais imaginei que iria acordar às 4 da manhã de propósito, mas, sinceramente, esperar no escuro pelo nascer do sol em Angkor Wat valeu cada minuto de sono perdido. Há um silêncio mágico sobre as piscinas refletoras — só sussurros e o clique das câmeras, um vai e vem enquanto todo mundo tenta achar “seu lugar”. Nosso guia, Dara, me ofereceu um café quente (salvador) e apontou onde os monges às vezes passavam. O céu começou a se incendiar de laranja atrás das torres e, sim, entendi por que tanta gente faz isso. Não é só pela foto — é algo que fica marcado na gente. Meus sapatos ficaram enlameados e eu nem liguei.
Depois do nascer do sol, fugimos da multidão e Dara nos levou pelo portão sul de Angkor Thom. Ele contou histórias sobre os rostos de pedra do Bayon — acredita que são mais de 200? Todos com um sorriso meio enigmático, como se soubessem algo que a gente não sabe. Passeamos por Baphuon e pelo Recinto Real (tentei falar “Phimeanakas” direito; Dara riu). Na Terraça dos Elefantes, consegui imaginar como devia ser antigamente, com desfiles passando por ali. O ar tinha um leve cheiro de incenso perto de alguns santuários — ou talvez fosse só minha imaginação voando.
Ta Prohm foi minha parte favorita. Raízes por toda parte, árvores engolindo paredes inteiras — parecia menos uma ruína e mais a natureza mostrando sua força. Passarinhos cantavam lá em cima e, por um instante, ficou tudo em silêncio, só o som dos nossos passos nas pedras antigas. Terminamos em Banteay Kdei, onde Dara nos falou das estátuas de Buda que encontraram enterradas ali; dava pra ver o orgulho dele ao compartilhar essa história. Já estava suado, empoeirado, cansado... mas feliz daquele jeito que só um dia de verdade fora de casa proporciona.
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