Suba a bordo de um catamarã em Boa Vista para um passeio de meio dia com música cabo-verdiana, bar aberto com Prosecco, petiscos locais e bastante tempo para nadar ou fazer snorkel perto da Ilha do Djeu. Com uma tripulação amigável e todo o equipamento incluso—até toalhas—você vai se sentir em casa, seja mergulhando ou curtindo o sol no convés.
Sim, máscaras de snorkel são fornecidas para os convidados durante o passeio.
Sim, há bar aberto com refrigerantes, coquetéis e Prosecco.
O passeio sai próximo a Sal Rei e faz um circuito pela Ilha do Djeu antes de seguir para a Praia de Chaves.
Sim, bebês podem participar, desde que sentem no colo de um adulto; o passeio é indicado para todos os níveis de preparo físico.
Sim, petiscos são servidos ao longo do passeio junto com as bebidas.
Sim, toalhas são oferecidas para uso após o banho ou snorkel.
Sim, música cabo-verdiana é tocada a bordo para criar um clima descontraído.
Sim, há uma parada perto de um ilhéu para os convidados nadarem ou usarem a piscina flutuante.
Seu dia inclui bebidas e coquetéis do bar aberto (com Prosecco se quiser), música cabo-verdiana ao vivo a bordo, petiscos deliciosos servidos pela equipe simpática, além do uso de máscaras de snorkel e coletes salva-vidas. Toalhas estão disponíveis para você depois do banho—ou se preferir só relaxar seco no convés—e tem até uma piscina flutuante esperando quando ancoramos perto da Ilha do Djeu.
Tiramos as sandálias e subimos no catamarã justo quando a tripulação dava risada de algo em crioulo—não entendi nada, mas já entrou no clima. O barco saiu de Sal Rei e aquela brisa salgada do Atlântico bateu forte no rosto (e eu adorei). O guia, Paulo, já me entregou um copo gelado antes mesmo de eu achar um lugar pra sentar. De leve, ouvi a música cabo-verdiana tocando atrás de mim, começando baixinho e aumentando conforme acelerávamos perto da Ilha do Djeu. A água aqui tem um azul tão surreal que parecia até mentira, e fiquei hipnotizado olhando para ela por um bom tempo.
Tem um momento em que você vai deslizando pela costa rumo à Praia de Chaves e só sente cheiro de protetor solar e mar. Alguém abriu uma garrafa de Prosecco na proa—bolhinhas por todo lado—e logo começaram a aparecer petiscos salgados que eu nem sabia o nome, mas não conseguia parar de comer. Conversamos com a Marta, da tripulação, sobre como ela aprendeu a fazer nós (as mãos dela voam, parecia até uma dança), e ela zoou a gente por não saber qual ilha era qual. Tentei falar “Djeu” direito; acho que estraguei porque todo mundo riu. Ou seja, aula de língua incluída.
A parada perto do ilhéu foi como apertar o pause no resto do mundo. Alguns pularam direto na água—eu fiquei na dúvida, mas acabei flutuando naquela piscina inflável estranha deles (super divertido). O Atlântico estava mais quentinho do que eu esperava. Tinha máscara de snorkel pra quem quisesse, toalhas à mão pra quando subíssemos, e ninguém tinha pressa. Sol na pele, pés molhados, bebida na mão—até hoje fico pensando nessa vista quando estou preso no metrô lá em casa.
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