Entre numa cabine espaçosa da Roda-Gigante Yup Star no Rio e aproveite vistas incríveis do Pão de Açúcar, Cristo Redentor e Baía de Guanabara. Faça quantas voltas quiser — é só pegar fila de novo — e aproveite lanches e souvenirs por perto. Ideal para famílias e viajantes solo que querem ver o Rio de um jeito diferente.
A Yup Star tem 88 metros de altura.
Ela fica ao lado do AquaRio e perto do Museu do Amanhã, no Porto Maravilha.
Cada volta dura cerca de 20 minutos.
Sim, você pode dar quantas voltas quiser; é só voltar para a fila depois de cada passeio.
Sim, todas as áreas e superfícies são acessíveis para cadeirantes.
Sim, bebês e crianças pequenas podem andar em carrinho ou bebê conforto.
Sim, animais de serviço são aceitos na Yup Star.
Sim, há opções de transporte público próximas à Roda-Gigante Yup Star.
Sua visita inclui ingresso para voltas ilimitadas na Roda-Gigante Yup Star do Rio de Janeiro, com total acessibilidade para cadeirantes e espaço para carrinhos de bebê — basta chegar no horário marcado e aproveitar os lanches e souvenirs no local antes de voltar para mais uma volta quando quiser.
Logo de cara, percebi como as cabines da Roda-Gigante Yup Star, no Rio de Janeiro, brilhavam contra a névoa do fim da tarde — a 88 metros de altura, bate aquela mistura de frio na barriga com empolgação. A fila andou rápido (eu estava preocupado com isso), e uma família local na nossa frente brincava sobre quem veria primeiro o Cristo Redentor. Nossa cabine estava fresquinha por dentro, quase silenciosa depois do barulho da rua lá embaixo. Dá pra ver o Pão de Açúcar, a Baía de Guanabara e até barquinhos minúsculos perto da ponte. A cidade lá de cima parece suave, como se estivesse prendendo a respiração.
Não esperava dar duas voltas, mas, sinceramente, uma só não bastou — é só entrar na fila de novo se quiser repetir. Cada volta dura uns 20 minutos, mais do que eu imaginava. O guia na entrada explicou que a Yup Star fica bem ao lado do AquaRio e pertinho do Museu do Amanhã — perfeito pra encaixar num passeio do dia ou só dar um pulo se você já estiver explorando o Porto Maravilha. Tinha um cheirinho gostoso vindo do café lá embaixo (pipoca caramelizada, talvez?), e alguém vendendo bebidas geladas perto da lojinha de souvenirs. Minhas mãos deixaram marcas no vidro tentando mostrar a Samba City pra minha amiga — ela fingiu que não viu, mas sorriu mesmo assim.
É acessível para cadeirantes e tinha famílias com carrinhos por todo lado; uma criança pequena grudou o nariz na janela quase o passeio todo. Ainda penso naquela vista do Relógio da Central do Brasil, quando o crepúsculo começava a cair — tudo parecia maior, mas também mais perto. Saímos quando escureceu, rindo das fotos borradas que tiramos pelo vidro, sem muita pressa de voltar ao chão firme.
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