Você vai entrar em palácios e museus cheios de segredos reais, passear pelas ruas de estilo europeu de Petrópolis com histórias locais contadas pelo seu guia e ver o famoso Palácio de Cristal iluminado pela luz da tarde. Inclui transporte do Rio e ingressos — prepare-se para surpresas e momentos reais pelo caminho.
O passeio dura o dia todo, incluindo transporte ida e volta entre Rio e Petrópolis (cerca de 1h30 cada trecho) e visita às principais atrações.
Sim, os ingressos para todas as atrações listadas, incluindo o Museu Imperial, estão inclusos no seu passeio privativo.
Sim, seu guia pode ajustar o roteiro conforme seus interesses durante o passeio privativo por Petrópolis.
Não há almoço formal incluso; você terá tempo para lanches ou refeições rápidas em locais indicados pelo guia.
Sim, o transporte de ida e volta está incluído, com retirada e devolução em hotéis, aeroportos ou portos no Rio de Janeiro e em Petrópolis.
O passeio ocorre todos os dias, exceto às segundas, quando as atrações estão fechadas; o acesso exclusivo à Casa dos 7 Erros é só de sexta a domingo.
Sim, bebês podem ir no carrinho ou no colo; animais de serviço são permitidos; o passeio é adequado para todos os níveis de preparo físico.
Seu dia inclui transporte com ar-condicionado e motorista, retirada e devolução no hotel em qualquer lugar do Rio ou Petrópolis, ingressos para todas as paradas como o Palácio Quitandinha e Museu Imperial, água mineral durante o trajeto e flexibilidade para ajustar o roteiro conforme seus interesses — é só avisar seu guia.
Confesso que não esperava me sentir tão deslocado — no melhor sentido — ao entrar no Palácio Quitandinha. Aquele gigante rosa desbotado parece que saiu da Europa, mas fica tranquilo no alto de uma colina em Petrópolis. Nossa guia, Ana, tinha histórias para cada canto (ela até mostrou onde ficavam as mesas do cassino, o que me fez imaginar como eram aquelas noites). Havia um silêncio estranho nos corredores, como se as paredes estivessem esperando a música ou as risadas voltarem. Eu sentia cheiro de madeira antiga e algo doce — talvez cera ou o próprio tempo.
A viagem do Rio até lá demorou mais do que eu pensava (cerca de 1h30), mas, para ser sincero, ver as montanhas passando pela janela embaçada foi metade da diversão. Ana nos entregou água mineral e deixou a gente escolher a playlist — ela tem opiniões fortes sobre bossa nova versus samba. Paramos no Museu Imperial em seguida; ver a coroa de Dom Pedro II de perto foi uma experiência estranhamente íntima. A equipe do museu quase não nos notou, mas concordou quando Ana perguntou sobre o piano real (ela contou que ainda tocam nele às vezes).
Tentei falar “Casa dos 7 Erros” e falhei feio — Ana riu e explicou por que o nome é assim (eu só consegui achar três erros). Passar por aqueles cômodos tortos foi como entrar num enigma. A catedral perto era toda de pedra e silêncio; do lado de fora, uns velhinhos jogavam xadrez sob as árvores de jacarandá que espalhavam pétalas roxas pelo chão. Andamos por ruas laterais com casas que pareciam bolos de casamento — tanta moldura branca — e por um instante esqueci que ainda estávamos no Brasil.
O almoço foi rápido — só pão de queijo e café numa padaria que a Ana gosta — mas gostei mais disso do que de qualquer coisa chique. Depois, no Palácio de Cristal, a luz do sol refletia nas janelas de vidro e eu fiquei parado um tempo pensando em quantas camadas de história dá para sentir numa cidade quando a gente desacelera para perceber. Ainda não sei qual foi minha parte favorita; talvez só ouvir a Ana falar sobre crescer ali enquanto a gente observava as nuvens se agarrando aos topos das montanhas.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?