Você vai sentir a força das Cataratas do Iguaçu de perto, explorar o Museu de Cera e as réplicas do Dreamland, tomar drinks gelados no Ice Bar e conhecer dinossauros em tamanho real — tudo com transporte fácil e um guia local para garantir que nada fique de fora.
O passeio costuma durar o dia todo, incluindo todas as paradas e deslocamentos entre as atrações.
Sim, o transporte ida e volta da maioria dos hotéis no centro de Foz do Iguaçu ou Puerto Iguazú está incluso.
Não, os ingressos para as atrações do Dreamland já estão incluídos; porém, a entrada no parque nacional das Cataratas não está inclusa.
Use roupas leves e calçados confortáveis; leve uma camada extra para o Ice Bar.
Não, o almoço não está incluso; vale levar lanches ou planejar comprar comida durante as paradas.
Sim, o Parque dos Dinossauros é ideal para famílias, com dinossauros animatrônicos em tamanho real ao ar livre.
Os guias profissionais geralmente falam português e inglês para visitantes internacionais.
Sim, há transporte para hotéis em Puerto Iguazú, mas fique atento aos procedimentos e taxas para cruzar a fronteira.
O seu dia inclui transporte ida e volta da maioria dos hotéis em Foz do Iguaçu ou Puerto Iguazú, ingressos para o Museu de Cera do Dreamland, Espaço Maravilhas do Mundo, Ice Bar, Parque dos Dinossauros e visita guiada às Cataratas do Iguaçu (lado brasileiro). As taxas do parque nacional não estão incluídas — leve seu passaporte para a travessia da fronteira, se vier da Argentina.
Já imaginou se 275 quedas d’água conseguem abafar até seus pensamentos? Nas Cataratas do Iguaçu, do lado brasileiro, com aquele rugido infinito e a névoa molhando meu rosto, acabei esquecendo do resto do mundo. Nossa guia, Ana, mostrou a “Garganta do Diabo”, onde a água despenca num caos branco impressionante. Tentei tirar foto, mas a lente embaçou na hora. O ar tinha cheiro de rio e musgo. E os arco-íris? Não eram aqueles clichês de cartão postal — eram de verdade, sabe?
Depois de me secar (mais ou menos), voltamos para a van — Ana nos fez rir contando sobre seu primeiro emprego vendendo água de coco ali perto — e seguimos para o Dreamland. Primeiro, o Museu de Cera. É estranho ver Michael Jackson e Einstein lado a lado, tamanho real e com aquele brilho meio artificial. Minha sobrinha ficou assustada com o Papa; acho que ele parecia real demais. Depois, entramos numa sala com miniaturas de monumentos famosos — Torre Eiffel, Cristo Redentor — parecia um sonho maluco depois de tanta natureza. Tentei falar “Exército de Terracota” em português e me enrolei todo; Ana só sorriu.
O Ice Bar é congelante — tipo, abaixo de zero mesmo. Eles dão casacos acolchoados que cheiram um pouco a pinho (não é ruim) e servem os drinks em copos de gelo. Meus dedos ficaram dormentes depois de dois goles, mas foi divertido ver todo mundo tentando parecer descolado enquanto tremia. Última parada: o Parque dos Dinossauros, lá fora, com dinossauros animatrônicos que mexem a cabeça e rugem de surpresa. As crianças amaram, e eu também. O T-Rex é gigante — uns doze metros — e os olhos dele parecem te seguir se você ficar parado muito tempo.
Não esperava terminar o dia comparando o spray das cataratas com o bafo de dinossauro robô, mas foi assim. Às vezes, viajar joga todas as cores na sua cara de uma vez — e, de algum jeito, funciona.

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