Você vai explorar as ruas sombreadas de Bruges enquanto guias locais contam lendas curiosas e histórias escondidas, dos mercados medievais aos canais assombrados. Ouça relatos que não estão nos guias, veja moinhos antigos ao entardecer e termine a noite com risadas (e cervejas) num pub local — com a primeira bebida por nossa conta se levar seu cupom.
O passeio dura cerca de 1h30 do começo ao fim.
O tour começa na Praça do Mercado (Markt), no centro de Bruges.
Você recebe um cupom de compre-uma-cerveja-e-ganhe-outra para usar no pub Bauhaus no final do passeio.
Os guias são voluntários locais que conduzem os tours por gorjetas; são apaixonados por contar as histórias da cidade.
Sim, todas as áreas e superfícies do percurso são acessíveis para cadeiras de rodas.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir em carrinhos ou cadeirinhas de passeio.
Você vai passar pela Praça do Mercado, praça Jan van Eyck, Canal da Mão Dourada, moinhos históricos e o bar mais antigo da Bélgica.
Sim — leve dinheiro em espécie se quiser dar gorjeta ao guia no final do passeio.
Seu passeio inclui um guia voluntário que fala inglês e leva você por partes pouco conhecidas do centro histórico de Bruges por cerca de 1h30; depois de explorar mercados, canais, moinhos e locais lendários, você ganha um cupom para cerveja compre-uma-ganhe-outra no pub Bauhaus antes de seguir a noite do seu jeito.
Confesso que não esperava sentir tanta magia em Bruges depois do pôr do sol. Encontramos nosso guia bem na Praça do Mercado — um local simpático, com um sorriso fácil, que acenou para a gente como se já fôssemos velhos amigos. As pedras ainda guardavam um pouco do calor do dia, mas dava para sentir o cheiro da pedra úmida e ouvir o barulho distante dos cafés. Ele começou contando uma história sobre os tempos de comércio da cidade que me fez perceber o quanto eu tinha perdido só andando por conta própria.
Logo nos afastamos das ruas principais — entrando em becos onde até o ar parecia mais calmo. Na praça Jan van Eyck, nosso guia parou sob uma daquelas lâmpadas que piscam e contou sobre a vida no porto medieval (eu nem fazia ideia das histórias intensas de Bruges). Teve uma parte sobre comerciantes italianos e a primeira bolsa de valores do mundo que fez todo mundo rir quando ele tentou falar “Borsa” com um sotaque flamengo carregado. Gostei que ele não tinha pressa; às vezes parava só para a gente ouvir a água batendo nas paredes antigas de tijolos.
A história do Canal da Mão Dourada ficou na minha cabeça — uma mistura estranha de demônios, superstições e tragédias que combina perfeitamente com Bruges à noite. Passamos pela que dizem ser a bar mais antiga da Bélgica (a madeira da fachada parecia capaz de contar suas próprias histórias de fantasmas), depois seguimos para os portões da cidade onde o vento aumentou e dava para sentir cheiro de fumaça de lenha por perto. Os moinhos pareciam quase surreais no crepúsculo — como uma pintura que eu tinha visto e esquecido.
O passeio terminou no pub Bauhaus — meio barulhento por dentro, mas de um jeito bom. Nosso guia distribuiu cupons de compre-uma-cerveja-e-ganhe-outra (tentei pedir em holandês; riram de mim, mas consegui minha cerveja). Sentado ali com o pessoal do tour, trocando histórias favoritas, parecia que todos tinham descoberto um lado de Bruges que a maioria perde. Ainda penso naquele canal à noite, sabe?
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