Você vai percorrer a costa selvagem de Barbados em um veículo aberto com um guia local, parando para provar pão de banana caseiro no Cherry Tree Hill e almoçar com vista para as ondas do Soup Bowl. Prepare-se para risadas, brisa fresca e pequenos momentos — como a areia rosa entre os dedos — que ficam na memória muito depois do passeio.
O passeio dura cerca de 6 horas, incluindo o tempo de traslado.
Sim, o almoço típico bajan está incluído, com opções de peixe e frango.
O passeio inclui Cherry Tree Hill, almoço com vista para o Soup Bowl, Beachy Head e outros pontos cênicos ao longo da costa.
Sim, são servidos pão de banana caseiro, pão de coco, rum punch e sorrel como refrescos no Cherry Tree Hill.
Sim, o traslado está incluso na sua reserva.
Crianças menores de 5 anos não são permitidas neste passeio.
Sim, opções vegetarianas estão disponíveis mediante solicitação.
Este passeio não é recomendado para pessoas com lesões na coluna, grávidas ou com problemas cardiovasculares.
Seu dia começa com o traslado do hotel em Barbados para um passeio em veículo aberto pela costa; pão de banana e pão de coco caseiros, além de rum punch no Cherry Tree Hill; almoço completo bajan com opções de peixe ou frango (vegetariano disponível), arroz com ervilha, macaroni pie e salada; tudo isso guiado por um especialista local que compartilha histórias em cada parada antes de retornar à tarde.
Eu não esperava que o vento lá em cima, no Cherry Tree Hill, fosse tão diferente — quase cortante, mas de um jeito bom. A gente tinha acabado de seguir pela costa nesse caminhão aberto (confesso que fiquei preocupado com meu chapéu), enquanto nosso guia, Marcus, contava histórias sobre antigas plantações de açúcar e explicava por que os bajans são apaixonados pelo macaroni pie. Ele tinha uma risada que fazia todo mundo querer rir junto, mesmo sem entender a piada. A vista dali? Não é só bonita — é um mosaico de verdes que caem no azul do mar, que parecia meio agitado lá embaixo.
Paramos para um lanche ali mesmo: pão de banana que parecia feito pela avó de alguém (talvez tenha sido mesmo), pão de coco doce demais para o meu gosto, mas que meu parceiro adorou, e copinhos de rum punch que desciam fácil demais. Lembro do cheiro — ar salgado misturado com um doce tropical que eu não conseguia identificar direito. Tinha umas galinhas ciscando sob as árvores. O Marcus tentou ensinar a gente a dizer “bom dia” no dialeto bajan — eu me atrapalhei todo, ele riu, ninguém se importou.
Na hora do almoço, a vista era para o famoso Soup Bowl — surfistas flutuando como focas além das ondas. Peixe ou frango, arroz com ervilha, macaroni pie, que é tipo um abraço em forma de comida numa travessa de alumínio. Comemos ao ar livre porque, numa hora dessas, não tem jeito. O sol estava quente, mas sem ser agressivo; alguém me ofereceu uma bebida gelada sem nem perguntar. Depois seguimos para o norte de novo, com o “carro” aberto (na verdade, sem janelas), e terminamos em Beachy Head, onde a areia parecia rosa se você fechasse um pouco os olhos. Ainda penso naquela vista quando fico preso no trânsito lá em casa.
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