Você vai embarcar em um barco privado em Nassau com uma tripulação local que ajuda a planejar seu dia—mergulhe em recifes coloridos, experimente pesca leve ou apenas navegue por águas tranquilas. Todo o equipamento está pronto e sempre tem água gelada no cooler. Você vai se sentir cuidado e livre para seguir o que der vontade.
O barco de 31 pés comporta até seis convidados por passeio privado.
Sim, há equipamentos de snorkel em vários tamanhos para todos a bordo.
Sim, você decide como dividir o tempo entre snorkel, pesca em alto mar, pesca costeira ou passeio durante o charter.
Inclui água engarrafada e gelo; leve seus próprios lanches se quiser mais.
Sim, o Bertram de 31 pés tem banheiro disponível para os convidados.
Sim; passageiros de cruzeiros devem informar nome do navio e horários de atracação ao reservar.
Seu dia inclui todo o equipamento de snorkel em vários tamanhos, isca e material para pesca se desejar, água engarrafada gelada no cooler, além de um guia local e tripulação amigável que ajudam a planejar o roteiro após o embarque no cais—você só precisa chegar pronto para curtir.
Já estávamos longe do porto quando percebi como tudo fica mais tranquilo longe do agito de Nassau—só o ronco baixo do motor e o som da água batendo no casco. O capitão, Dwayne, perguntou o que queríamos fazer primeiro. Meu amigo logo disse “snorkel!” antes que eu pensasse em pesca. Dwayne sorriu e falou que conhecia um lugar onde o coral ainda “dava show”. E não estava errado. Quando entrei na água (máscara meio embaçada, desculpa), as cores me surpreenderam—roxos e amarelos por toda parte, peixes nadando como se tivessem ensaiado.
Não sou expert nisso, mas ninguém ligou. A equipe me deu nadadeiras que serviam de verdade (raro para meus pés grandes) e não nos apressaram. Depois, quando tentamos pescar sobre um recife raso, Dwayne me ensinou a colocar a isca no anzol do jeito bahamense. Não pegamos muito—bom, a não ser algas—mas, sinceramente, só ficar ali com a linha na água já valeu. Tive um momento só ouvindo o vento e as gaivotas. Esse silêncio é raro de encontrar.
Tomamos água gelada do cooler deles e trocamos histórias com Dwayne sobre crescer em New Providence—ele riu da gente por achar Nassau “agitada”. Em um momento, apontou uma praia onde o primo dele se casou (“a melhor festa que já sobrevivi”, disse). O sol ia mudando no mar e perdi a noção do tempo. Até hoje lembro daquela vista da cidade enquanto voltávamos—os prédios brilhando suavemente atrás de nós—e como minha pele ficou salgada horas depois.
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