Você vai navegar de Paradise Island num animado passeio de catamarã com petiscos e bar aberto, fazer snorkel nos recifes vibrantes perto de Rose Island, conhecer os famosos porcos nadadores cara a focinho e relaxar numa festa na praia com almoço incluso. Prepare-se para risadas, queimaduras, música no cabelo — e talvez umas histórias novas pra contar em casa.
O passeio parte de Paradise Island, em Nassau. Você precisa organizar seu transporte para fazer o check-in entre 9h e 9h30.
Sim, encontrar e nadar com os porcos é parte da experiência na Pig Beach, perto de Rose Island.
Sim, todo o equipamento para snorkel está incluído no preço do passeio.
O passeio inclui almoço, além de água, suco, refrigerante, petiscos, rum punch e tequila shots após o snorkel.
O catamarã acomoda confortavelmente até 60 pessoas.
Leve protetor solar, toalha, chapéu e óculos escuros; não é permitido levar comida ou bebida de fora, exceto fórmula ou leite para bebês.
Não há transporte do hotel; os hóspedes devem organizar seu próprio transporte até o ponto de partida em Paradise Island.
Bebês são permitidos, mas precisam ficar no colo de um adulto durante o passeio.
Seu dia inclui navegação de Paradise Island em um catamarã espaçoso com petiscos a bordo e rum punch à vontade após o snorkel (com opção de bar aberto completo no check-in), uso do equipamento para snorkel para explorar os recifes perto de Rose Island, tempo para alimentar ou nadar com os porcos na Pig Beach, almoço servido durante a parada na praia, além de acesso a redes e jogos como vôlei antes do retorno a Nassau à tarde.
“Você vai mesmo alimentar eles?” foi o que o cara ao meu lado riu enquanto observávamos os porcos nadadores remando em direção ao nosso catamarã perto de Rose Island. Eu só tinha visto eles em fotos antes — pra ser sincero, não sabia se seria algo muito turístico ou estranho, mas a equipe fez tudo parecer bem natural. Uma delas, a Shari, me deu um pedaço de maçã e mostrou como segurar a mão aberta (“eles só mordiscam, fica tranquilo”). O focinho do porco estava frio e surpreendentemente delicado. Até hoje lembro daquele instante — como ficou tudo silencioso por um segundo, mesmo com a música vindo do barco atrás de nós.
Chegar lá já foi uma pequena aventura. Partimos de Paradise Island logo após o check-in (não esqueça o documento — eles conferem mesmo), e a equipe já animava todo mundo desde o começo. Tinha rum punch rolando solto (talvez cedo demais pra alguns de nós?), mas também muita água e suco para quem queria ir com calma. A brisa do mar era quente e grudenta na pele, com aquele cheiro salgado que fica impregnado — protetor solar, oceano, e uma salada de concha grelhada que alguém passou para todo mundo. Nosso guia apontou Sandy Cay enquanto passávamos — “Ilha do Gilligan!” ele gritou por cima da música — e todo mundo correu para pegar o celular ao mesmo tempo.
O snorkel foi a parte que mais me surpreendeu. A água perto de Rose Island é tão cristalina que dá pra ver os dedos do pé mesmo flutuando sobre os corais. Distribuíram máscaras e nadadeiras (sempre fico meio desconfiado do tamanho, mas essas serviram bem), e um dos tripulantes pulou primeiro para mostrar onde encontrar os peixes-papagaio. Perdi a noção do tempo vendo os peixes azul-tang nadando entre corais em forma de leque roxo. Quando voltamos para o barco, alguém já tinha colocado uma música de Junkanoo e a galera dançava descalça no convés — sem jeito, mas ninguém ligava.
O almoço rolou em algum momento entre o mergulho e as queimaduras de sol; frango grelhado, arroz, frutas — nada sofisticado, mas perfeito depois de tanto sal. Tinha redes penduradas na sombra perto da quadra de vôlei de praia, onde tentei jogar (mal, claro) enquanto um casal de Miami zoava de brincadeira. No caminho de volta para Nassau, fiquei deitado no convés com a toalha no rosto, ouvindo as ondas batendo no casco. Parecia um acampamento de verão para adultos, do jeito mais divertido possível.
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