Você vai sentir o vento enchendo as velas do Hammer enquanto desliza entre as ilhas, dividir petiscos no pôr do sol com novos amigos sob as estrelas do hemisfério sul, caminhar descalço pelas areias únicas de Whitehaven e fazer snorkel em recifes vibrantes com todo o equipamento incluso. As refeições são preparadas pela tripulação amigável e as noites passam ancoradas em baías calmas — uma aventura de vela de verdade com conforto na medida certa para esquecer o dia da semana.
Sim, inclui duas noites a bordo em camas individuais ou duplas.
Sim, todas as refeições principais, lanches, chá, café e sobremesa após o jantar estão incluídos.
Não é necessário ter experiência; a tripulação experiente cuida de tudo.
O passeio é pensado para aventureiros entre 18 e 39 anos, mas recebe todos que forem jovens de espírito.
Sim, todo o equipamento, incluindo roupas de neoprene, é fornecido a bordo.
A viagem dura dois dias e duas noites, saindo de Airlie Beach.
Sim, dietas vegetarianas, veganas ou sem glúten podem ser atendidas se avisadas no momento da reserva.
O iate parte da Coral Sea Marina em Airlie Beach às 14h.
Sua aventura inclui duas noites a bordo do Hammer com roupa de cama, todas as refeições principais, lanches à tarde e sobremesa após o jantar, uso do equipamento de snorkel com roupas, acompanhamento de três tripulantes experientes que garantem diversão e segurança, chá e café durante toda a viagem, além de todas as taxas e impostos — é só chegar pronto para navegar em Airlie Beach.
Subimos a bordo do Hammer na Coral Sea Marina, o sol ainda alto e um clima de expectativa no ar — uns nervosos, outros fingindo que não. A tripulação (lembro da Jamie sorrindo enquanto distribuía lanches) nos organizou rapidinho. As velas se abriram com aquele estalo gostoso e, de repente, estávamos deslizando, deixando Airlie Beach para trás rumo a um azul que parecia de mentira. Já sentia o gosto do sal nos lábios. Não imaginei que fosse tão fácil começar a conversar com estranhos — quando chegamos à primeira enseada tranquila, eu já sabia quem roncava e quem exagerou no protetor solar.
Aquela primeira noite: pôr do sol no convés, pés balançando sobre a madeira quente, alguém tocando música baixinho (acho que era a playlist do Jack — muito rock australiano antigo). O jantar cheirava a alho e algo doce — sinceramente, melhor do que eu faço em casa. Vimos as estrelas surgirem em camadas enquanto o guia apontava constelações que eu nunca tinha ouvido falar. Dormir abaixo do convés é meio como acampar no mar; você escuta a água batendo no casco e é estranhamente relaxante. Dormi profundamente.
Na manhã seguinte, acordamos já navegando para Tongue Bay. O café da manhã era simples, mas perfeito (café fresco sempre tem um sabor especial no barco). A subida até o mirante Hill Inlet foi suada, mas valeu cada passo — aquelas curvas de areia em Whitehaven Beach parecem até pintura. Todo mundo tentando a “foto perfeita”, mas, honestamente, é impossível errar nessa vista. Depois, ficamos horas deitados na areia, meio conversando, meio cochilando. Tem algo especial em andar descalço ali — talvez porque você sabe que está longe de tudo.
O snorkel depois do almoço foi como mergulhar em outro mundo; coral por toda parte, peixes nadando ao redor da máscara. Meu snorkel embaçava direto e a Jamie riu quando eu reapareci tossindo (“erro de iniciante!”). A água estava mais fria do que eu esperava, mas cristalina, dava para ver cada ondulação na areia lá embaixo. À noite, achamos outra enseada tranquila para petiscar e contar histórias — alguém tentou explicar as regras do críquete, mas desistiu no meio. A última manhã chegou rápido demais; um mergulho final antes de voltar para Airlie Beach, com a pele queimada de sol, cabelo cheio de sal e já com saudade.
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