Seu passeio de um dia para Hunter Valley sai de Sydney com transporte do hotel e um trajeto tranquilo por parques nacionais e rios. Prove vinhos boutique servidos por produtores apaixonados, desfrute de um almoço relaxante à beira do lago com mais vinho, e experimente queijos artesanais antes de voltar pelo Hawkesbury River — provavelmente ainda pensando naquela taça perfeita ou rindo das histórias no caminho.
O passeio dura o dia todo, com saída do hotel em Sydney por volta das 7h30 e retorno entre 18h e 18h30, dependendo do trânsito.
Sim, o almoço gourmet no Cypress Lakes com vinho está incluso no preço do tour.
Você visita de 3 a 4 vinícolas boutique familiares para degustações ao longo do dia.
Sim, há uma experiência guiada de degustação de queijos artesanais após o almoço.
Sim, o passeio inclui pickup e drop-off em quatro pontos centrais de Sydney.
Não, o passeio não é indicado para menores de 18 anos.
É possível avistar cangurus nativos pastando entre os vinhedos durante a visita ao Hunter Valley.
Você vai degustar até 20 variedades premium, incluindo Semillon, Chardonnay, Shiraz e blends exclusivos da região.
Seu dia inclui transporte confortável com ar-condicionado e espaço para guardar as garrafas que comprar, pickup no hotel em Sydney, degustações em várias vinícolas boutique com produtores locais apaixonados, almoço tranquilo à beira do lago no Cypress Lakes com vinho, além de uma degustação de queijos artesanais antes do retorno para Sydney no fim da tarde.
A primeira coisa que percebi foi a luz — aquela névoa suave do começo do dia enquanto cruzávamos a Sydney Harbour Bridge, todo mundo ainda meio sonolento, mas já tentando adivinhar quantos vinhos provaríamos. Nosso guia, Matt, tinha um jeito tranquilo de apontar o que via pela janela — “Ali é Ku-ring-gai Chase”, disse ele, e tentei avistar um canguru, mas só vi as árvores passando. A viagem até Hunter Valley pareceu mais longa que duas horas, mas de um jeito bom; dava pra sentir a cidade ficando para trás. Eu não parava de pensar como o ar estava diferente — mais fresco, talvez com um toque de grama.
Chegamos numa vinícola familiar (quero muito lembrar o nome, algo com sotaque italiano), e o dono nos recebeu como velhos amigos. Lá dentro, estava fresquinho, com cheiro leve de barris de carvalho e algo doce no ar. Começamos provando Semillon — seco e com um toque de limão — depois um Chardonnay que me fez parar no meio do gole. O Matt explicou o terroir de um jeito que finalmente fez sentido (solo, sol, tudo isso), e percebi que nunca tinha realmente provado vinho direito antes. Rimos quando alguém pronunciou “Shiraz” errado (é “Shi-razz”, não “Sheer-ahz”, pelo visto). Na segunda parada, minhas anotações já eram só rabiscos e carinhas felizes.
O almoço no Cypress Lakes foi mais tranquilo do que eu esperava — e isso foi perfeito. A vista da nossa mesa se abria para vinhedos ondulados e um lago que refletia cada raio de sol. Meu frango estava suculento, mas o que ficou mesmo na memória foi a taça de vinho tinto; parecia daqueles que a gente quer beber devagar numa noite fria. Depois passamos perto do Hunter Valley Gardens (não entramos, mas dava pra sentir o cheiro das rosas no ar) antes de seguir para a degustação de queijos. O queijo azul era tão cremoso que quase escorregou do meu garfo — não sou muito fã, mas depois de tanto vinho, funcionou surpreendentemente bem.
Na volta, cruzando o Hawkesbury River, o grupo ficou quieto por um tempo. Talvez cansados, ou simplesmente satisfeitos em todos os sentidos. O Matt fez outra piada sobre cangurus (ainda não vimos nenhum), e alguém compartilhou os últimos biscoitos. Não foi nada forçado ou chique — só gente de verdade aproveitando um dia juntos no Hunter Valley. Às vezes, esses são os melhores momentos, os que a gente não espera.
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